Sexta-feira, 05.03.10

"Poder judicial está empenhado em derrubar o primeiro-ministro", diz Marinho Pinto


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João Correia às 18:47 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quinta-feira, 04.03.10

Foto: Público.pt

 

Manuela Moura Guedes mostrou-nos, tal como já havia sido feito por outros jornalistas, que nos dias de hoje a vitimização está do seu lado e não, ao contrário do que aduzem, do lado do Governo. Têm um poder infinito, julgam-se tribunais instituidos constitucionalmente e agora, pasme-se, agora andam à caça às bruxas...

 


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João Correia às 09:01 | link do post | comentar

Quarta-feira, 17.06.09

E se... O Shrek fosse Portas e o Burro o PSD?


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João Correia às 18:53 | link do post | comentar

O CDS-PP apresentou uma moção de censura ao Governo porque, para além da história das sondagens pouco mais tem a dizer ao país!

 

De facto, para além dos chavões de extrema-direita relativos à segurança e a fúria de Nuno Melo na Comissão de Inquérito que investiva o BPN, pouco mais há a acrescentar neste partido conservador que, pouco a pouco, vai ser substiuídos por outros na cena política nacional.


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João Correia às 10:53 | link do post | comentar | ver comentários (2)


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João Correia às 10:50 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Terça-feira, 16.06.09

Afinal, de quem é a culpa da abstenção nos Açores? E no Continente? "Todos somos responsáveis por este nível de abstenção e temos de trabalhar no sentido de resolver essa situação", defendeu Hélder Silva.

 

Só o PSD/Açores é que não quer ver...


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João Correia às 22:17 | link do post | comentar

 

Na Lituânia o Parlamento aprovou uma lei  para a “protecção de menores” que proíbe toda a “publicidade” de relações homossexuais, bissexuais e poligâmicas.

 

A extrema-direito começa a tomar conta da Europa e, é caso para se dizer, é preciso ter medo! É que da última vez que isto aconteceu, também tinha havido uma crise económica mundial e criticava-se os passos que estavam a ser dados no sentido de uma sociedade mais tolerante e progressista. A recrudescência deste pensamento e destes movimentos é preocupante....

 


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João Correia às 21:17 | link do post | comentar | ver comentários (1)


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João Correia às 21:15 | link do post | comentar

Segunda-feira, 15.06.09


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João Correia às 16:10 | link do post | comentar


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João Correia às 16:05 | link do post | comentar

Quinta-feira, 11.06.09

Eu diria que não mas... há muita gente, infelizmente, que me desmente!


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João Correia às 18:19 | link do post | comentar | ver comentários (5)

Quarta-feira, 10.06.09

 

Em plena época de exames, resolvi aderir à proposta feita por Samuel de Paiva Pires de responder a três questões, a saber: O que é o neo-liberalismo?, De quem é a culpa da crise financeira internacional e (A pergunta de João Miranda) Porque é que a crise do neo-liberalismo penalizou os partidos de esquerda?

 

Cumpre desde já salientar que não me vou debruçar sobre os meandros mais obscuros da economia, onde as divisões doutrinárias são tanto maiores quanto a divisão existente entre ideologias, religiões e abismos.

 

Assim, relativamente à primeira pergunta, deve dizer-se que o termo neo-liberalismo foi usado em épocas diferentes com diferentes sentidos mas, aquilo que nos importa da expressão, remete-nos para a década de 70 com o conhecido aumento do preço do petróleo e a crise económica que lhe esteve ligada. Podemos afirmar que o termo está, também ele, ligado à Escola Monetarista e, sobretudo, a Milton Friedman mas também pode ser reconduzível à Escola Austríaca, com a Lei de Say e a teoria marginalista. Há vária bibliografia sobre o tema e a história do desenvolvimento deste pensamento económico e político. Tratava-se de um “neo” ou novo liberalismo dada a adopção, por esta corrente, de algumas das máximas do período de pensamento liberal económico e político, abundante na Europa e também em Portugal no século XIX. Podemos obviar e sumarizar o que é, então o neo-liberalismo: uma corrente, política e económica, capitalista que defende a não intervenção dos Estados na Economia (nem sempre mas sobretudo) e propugna a existência de uma total liberdade nos mercados e nos seus agentes, como forma de progresso social e económico de um país.

Outros tópicos de consulta e análise: o colapso do sistema de Bretton Woods, Escola de Chicago, “Thatcherismo”, “Reaganismo”, corrente Walsariana, o óptimo de Pareto.

 

Os princípios básicos do neo-liberalismo assentam. Como já se referiu, na mínima participação estatal na economia (que, como se sabe, contém excepções), no mercado de trabalho, privatização de empresas estatais e abertura de mercado a empresas multinacionais, livre circulações de capitais, globalização e medidas anti-proteccionistas, diminuição do aparelho de Estado e melhoria, consequente, da sua eficiência, diminuição de impostos, regulação de preços apenas através da lei da oferta/procura, estabelecimento dos princípios sociais e económicos do capitalismo.

 

Não é difícil encontrar hoje países que adoptem este sistema económico. A própria EU, verdade seja dita, segue estas doutrinas, plasmadas nas suas políticas e nas suas intervenções. Como é óbvio, não serei ingénuo ao ponto de afirmar que a tendência neo-liberal é apenas económica… Infelizmente, economia e política têm andado demasiado juntas nas últimas décadas, pelo que as fronteiras do pensamento neo-liberal já há muito que passaram da economia para a política e, atrevo-me a dizer, para os valores e cultura das pessoas e da sociedade. Essa não é, todavia, uma análise para fazer neste texto mas, quiçá, noutra oportunidade e com outro convite.

 

Passo, então, à resposta à segunda pergunta: De quem é a culpa da crise financeira internacional?

 

Uma das fases do capitalismo, como se poderá ler em vários autores, é o chamado Capitalismo Financeiro, onde as grandes empresas e o sistema bancário tomam conta da economia, incrementam as actividades produtivas e, à mercê de deterem o poder económico, de tornam dominantes na sociedades. Imprescindíveis, direi! Esta fase, com um peso muito grande no hodierno da nossa sociedade, dará lugar, como se sabe, ao Capitalismo Informacional, que já palmilha o actual modelo económico e de desenvolvimento, alicerçado na Sociedade de Informação e do Conhecimento mas mantendo, o seu forte pendor financeiro e industrial.

Um pouco por todo o mundo, muitos foram os que desenvolveram este pendor neo-liberal e o procuraram desenvolver até ao limite. Creio que um exemplo, que será unânime, é o das políticas seguidas pelo anterior presidente dos EUA, George Bush. No entanto, responder a esta pergunta, como já saberia quem a colocou não é fácil… E não é porque, quando um modelo de pensamento, económico e político, se propaga, difunde e impregna, numerosos passam a ser os agentes que o desenvolvem, na maioria das vezes sem essa consciência. Aliás, não é por acaso que as grandes empresas já passaram a contratar antropólogos para estudar as pessoas e os mercados… As atitudes, as características, as fraquezas e as vantagens, o pensamento deste tipo de correntes, impregna-se facilmente na pessoa porque, quer se queira quer não, elas estão presentes no mais ínfimo pormenor do quotidiano, desde a televisão a que assistimos em família, ao jornal que lemos ou à t-shirt que compramos.  

 

Concluo, pois que, como num vírus (leia-se aliás o brilhante livro de Malcolm Gladwell intitulado “A Chave do Sucesso”), a culpa da actual crise financeira é de todos nós.

 

Passo a explicar. O neo-liberalismo propugna ideias e valores que nada têm a ver com solidariedade, sustentabilidade, apoio, e tantos outros fenómenos que são basilares da sociedade e que têm uma fonte, mais recente, na moral católica. Ao contrário, aquilo que o neo-liberalismo vem apelar é a valores diferentes, menos sociais e mais individualistas, como o dinheiro, o hedonismo, o prazer individual, a estética e nada se aproximando a lógica de Mill que procurava ligar interesse/moral individual a interesse/moral altruísta ou social. Ou seja, a partir do momento que a sociedade e cada cidadão encarna este tipo de valores, é lógico que ele tem tendência para se extremar e, aquilo que se viu, foi a vitória da ganância sobre o ter. Um dos chamados epicentros da actual crise, pelo menos dos mais badalados, foram os produtos tóxicos dos EUA. Estes produtos, como se sabe, davam crédito às pessoas para a compra de casa, mesmo sabendo que estas estavam no limiar de não conseguir aguentar e assegurar o pagamento da dívida. Os próprios imóveis, garantias patrimoniais sobre as dívidas, estavam sobrevalorizados, razão pela qual, quando muitos dos devedores não conseguiram pagar os empréstimos, as dívidas se tornaram incobráveis… É que a lei da oferta e da procura também funcionou e as garantias patrimoniais, dentro deste mercado, não valiam aquilo que se afirmava valer. Todos estes activos, à luz do princípio globalizante do neo-liberalismo, já haviam sido vendidos e revendidos, entre instituições financeiras, à escala global. Ora, se isto não é culpa da ganância e dos valores que pretendem inculcar nas pessoas, então, é culpa do quê?

 

Posso, por fim, reconduzir, em último grau, a culpa desta crise, aos grandes líderes mundiais porque eles, como se sabe, implementam estas políticas, mercê do voto dos cidadãos. Se a culpa é de todos, então, por uma facilidade de linguagem e de sentido, mais fácil fica de dizer, em boa verdade, que a culpa é do neo-liberalismo, da corrente económica, social e política que actualmente grassa na maior parte dos países do mundo. E, já agora, aproveito para, a priori, suster uma crítica: porque é que o PS não actua de forma diferente? Eu gostaria que actuasse e marcasse a diferença, através da implementação de um verdadeiro socialismo democrático, de mercado livre, aberto ao mundo mas que privilegiasse as pessoas em detrimento da economia. Em primeiro lugar, Portugal está integrado numa Europa neo-liberal, onde a União Europeia, nesta corrente, tem um papel central. Em segundo, seria uma tarefa colossal alterar completamente esta lógica, muito fortemente enraizada na sociedade, e não sem levar com os poderes instalados, económicos e corporativistas. Aquilo que resta fazer será, por conseguinte, tentar aligeirar e combater as repercussões que o neo-liberalismo tem na sociedade e, penso que é o que se está a tentar fazer, com muito esforço, em Portugal.

 

Ainda ontem conversava ao jantar com uma das mais promissoras figuras do estudo da história religiosa nacional, Sérgio Pinto, e abordamos a complexidade desta matéria. A conclusão do jantar foi esta: porque é que os níveis de pobreza, ao longo do último século parecem permanecer inalterados e estagnados nos 20% da população? Vontade do povo ou vontade do capital? É que, por mais que diga, a existência de pobreza é tão certa e necessária no neo-liberalismo, como a certeza de que precisamos de água para sobreviver…

 

Por fim, a pergunta de João Mirando no seu Blasfémias: Porque é que a crise do neo-liberalismo penalizou os partidos de esquerda?

 

Mesmo sabendo que esta pergunta mais não é que uma ratoeira, atrever-me-ei a responder-lhe. São diversos os factores e tão abrangentes que apenas vou ressalvar os que considero principais.

 

Desde logo, em Portugal, apesar de ter ganho o PSD, não há uma viragem à direita, senão veja-se: PPS + CDS= 40.06% | PS+CDU+BE= 47.96%. Isto sem contar com os restantes partidos, sem qualquer desprimor para com os mesmos.

 

Depois, as ofertas de direita são muito mais tentadoras nesta época: a questão da restrição da imigração, diminuição de impostos, etc…

 

Ainda, como “cartão amarelo” por terem os partidos de esquerda no poder defendido, em detrimento da economia real, os sistemas financeiros. A má comunicação das medidas tomadas e o reagir tardia, seja no governo seja na oposição.

 

Restam-me dizer duas coisas: o próprio Alan Greenspan disse: “enganei-me”. Quer em França, quer em Itália, não sei até que ponto há ou se manteve a viragem à direita… tanto Sarkozy como Berlusconi têm formas de liderança mais à custa da imagem que criaram ou fazem propalar (como faz o italiano) na comunicação social que detêm ou lhes é afecta. E só para provar e lançar a discussão, pense-se na história de vida de Berlusconi, as suas ligações à P2, os jogos de poder e o dinheiro envolvido…

 

Agora, urge ir tentar remediar o tempo dispendido no estudo de Fiscal… Há um exame para fazer e…passar!

 

 


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João Correia às 17:12 | link do post | comentar | ver comentários (6)

Terça-feira, 09.06.09

via: tdias

 

É interessante como a blogosfera de direita reagiu à vitória do PSD nas eleições Europeias... Sempre muito caladinhos quanto ao PSD, à sua líder e às intervenções... Limitam-se a atacar o PS e o Governo, a mergulhar a pena no Freeport juntamente com a TVI. Agora que o eleitorado ainda virou mais à esquerda (e não à Direita...) eles lançam os foguetes e recolhem as canas!!!

Estes bloggers de Direita têm destas incongruências: Metem o rabo entre as pernas porque têm uma pessoa que não sabe o que faz à frente do partido; mal vêm um resultado eleitoral que os favorece, saltam da toca, gritam vitória e, como caducos, esquecem o passado! Nada de novo: o próprio Rangel esquece-se no Parlamento que já defendeu obras públicas, que até deu passos para a sua aprovação, que o PSD colocou o país “de tanga”. Nada de novo debaixo do Sol…

A verdade é que “A maior prova de coragem é suportar as derrotas sem perder o ânimo” (Ingersoll) e eu tenho-o aqui pronto para continuar a defender o país das políticas neo-liberais, dos esquecidos, dos demagogos e dos que só sabem remar…para trás!



João Correia às 19:59 | link do post | comentar | ver comentários (3)

Domingo, 17.05.09

A JSD anda de sem saber o que fazer... Em vez de tentar com que o seu partido seja uma oposição convincente, põe-se a mandar "bitaites"... Depois do Pinócrates, agora podem fazer uma Leitócrates para se entreterem!


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João Correia às 21:10 | link do post | comentar

Quarta-feira, 13.05.09

Vale a pena comentar a intervenção do Paulo Rangel no(s) debate(s) mensal(ais)?

 

Intrigista, enervado, em suma, a visão de um deputado do Séc. XIX... Só lhe falta dar bengaladas!



João Correia às 16:24 | link do post | comentar

Terça-feira, 12.05.09

Gordon Brown veio pedir desculpa pelo recente escândalo com as despesas efectuadas pelos deputados ingleses. O Primeiro-Ministro enfrenta os níveis de popularidade mais baixos da história recente do Reino Unido e os escândalos continuam a surgir todos os dias nos jornais.

Jacqui Smith

 

A Ministra do Interior do Governo de Gordon Brown, por exemplo, tem na sua lista de despesasum serviço de pay-per-view que inclui o acesso a filmes pornográficos.

 

 John Reid

 Este deputado incluiu, na sua lista de despesas de representante dos cidadãos de Airdriee Shotts, duas tampas de sanita.

 

John Gummer

E quem pensasse apenas que o escândalo afectava apenas o partido que está no poder, desengane-se! Este deputado conservador declarou mais de € 10.000 em despesas com jardinagem e desinfestações...

 

É essencial que a moral chegue às intituições democráticas, sob pena de elas caírem em descrédito, mesmo na mais antiga democracia do mundo. E não basta dizer: "Quero pedir desculpa em nome dos políticos de todos os partidos pelo que tem vindo a acontecer"... Fazer isto, nas instituições democráticas, é terrorismo político inside of the system.

 

Independentemente de tudo o que possam dizer, em Portugal, não há nada disto! E apesar de haverem sempre bons e maus exemplos, os deputados portugueses mantêm um empenho que, apesar de fugir do olhar de muitos Portugueses, é bastante relevante e, por conseguinte, positivo.



João Correia às 18:01 | link do post | comentar

Quinta-feira, 07.05.09

Gostei do i.


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João Correia às 21:33 | link do post | comentar

 

XVI Congresso Nacional da Juventude Socialista

Palácio da Alfândega - Porto

18, 19 e 20 de Julho de 2008

 

"Quando somos jovens temos manhãs triunfantes"

Victor Hugo


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João Correia às 18:46 | link do post | comentar

Terça-feira, 05.05.09

© João Correia

Campus JS "A Crise Financeira Internacional e o Futuro"

 

Vila Real - 1 e 2 de Novembro de 2008

 

 "A essência do conhecimento consiste em aplicá-lo, uma vez possuído"

Confúcio


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João Correia às 20:26 | link do post | comentar

 

 

Depois de Paulo Rangel ter respondido, audivelmente irritado a Basílio Horta com o discurso de "programinhas" e tal...e funcinário administrativo e tal... foi a vez de Manuel Pinho responder:

 

Paulo Rangel tem de

"comer muita papa Maizena"

 

Maizena não sei... Mas que precisa de pensar muito antes de falar, lá isso precisa! Dá-lhe!

Excelente post em fait-divers.


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João Correia às 17:41 | link do post | comentar

Segunda-feira, 04.05.09

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João Correia às 20:31 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Domingo, 03.05.09

 

Todos nós somos capazes de recordar o choque que, há uns anos, foi a “crise das vacas loucas” ou da BSE. Tratava-se de uma doença degenerativa do gado bovino que havia surgido na Inglaterra em meados da década do 80 e, durante alguns anos, alterou padrões de consumo de carne. Pior que isso foi saber que ela era transmissível aos homens, provocando uma nova variante da doença de Creutzfeldt-Jakob. O agente patogénico era uma proteína, o prião.
Em última ratio, os animais que eram retirados da cadeia alimentar humana (fosse pelo que fosse) eram utilizados para a fabricação de farinha de carne e ossos. A alteração que se quis implementar (mesmo sem dolo) é simples de explicar: os bovinos são herbívoros e não carnívoros. Se lhes dão carne como comida, as alterações no organismo e a transmissão de doenças são, por conseguinte, inevitáveis. Tanto são que o foram mesmo…
No hodierno, a Gripe A – H1N1 é reconduzida aos porcos. Eles geraram uma mutação na gripe aviária que, já há alguns anos, nos amedrontou. Porquê?
Em 1966, havia nos EUA 53 milhões de porcos, distribuídos por uma milhão de quintas e granjas. Nos dias de hoje, esse valor é de 65 milhões que se confinam a 65 mil instalações. Não é difícil imaginar as condições em que este animais vivem. Só para ter uma imagem, pense-se na quantidade de calor que estes animais têm de aguentar, a quantidade de esterco, a quantidade de agentes patogénicos nefastos que ali circulam e o terreno fértil que este ambiente é para a propagação e mutação de doenças como, neste caso, o vírus H1N1.
A história parece cíclica. Da mesma forma, parece que ninguém aprende nada com o que a história nos ensina. A recente transmissão da gripe de um humano para suínos no Canadá, traz novas preocupações e uma precaução que tem de ser redobrada.
Se este vírus ainda não é forte, não deixará certamente de ter hospedeiros para se mutar… E aí é que “a porca torcerá o rabo”!

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João Correia às 19:16 | link do post | comentar


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João Correia às 17:34 | link do post | comentar

Dia da mãe!


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João Correia às 11:10 | link do post | comentar

Sábado, 02.05.09

«O que aconteceu foi um incidente absolutamente lamentável de sectarismo baseado num ódio ao PS», disse José Sócrates em Melgaço, à margem de uma visita à Feira do Alvarinho e do Fumeiro.

 

«Foram os militantes do Partido Comunista que insultaram os dirigentes do PS e isso não tem acontecido apenas agora, tem acontecido ao longo dos últimos quatro anos. O que o Partido Comunista achou que devia fazer ao longo destes quatro anos foi uma campanha de fomento de hostilidade ao PS e isso depois resulta no que resultou. Eu próprio já fui vítima desses insultos por parte do Partido Comunista», afirmou Sócrates.

 

Fonte: Sol


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João Correia às 21:11 | link do post | comentar

Paulo Rangel foi à OviBeja. Paulo Rangel criticou a política do Governo e do Ministério da Agricultura. Mas, pelos vistos, foi mesmo só pelo gosto de criticar pois não sabia o que José Sócrates afirmou ontem. Já teve a devida resposta (áudio).

 

Sr. Dr. Paulo Rangel, é ir ver a modernização que tem sido operada nas explorações agriculase pecuárias do Alentejo.


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João Correia às 16:55 | link do post | comentar

O Brasil recusou fazer parte do maior e mais conhecido cartel do mundo.



João Correia às 15:55 | link do post | comentar


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João Correia às 11:30 | link do post | comentar

© Sergei Cartoons

 

Depois da polémica com o Financiamento das Regiões Autónomas, sabe-se agora que Alberto João Jardim gastou, em viagens secretas, cerca de meio milhãos de euros em viagens "secretas".

"No relatório n.º 1/2009 da auditoria ao gabinete de Alberto João Jardim, a secção regional do TC conclui que esse procedimento “indicia uma aplicação tendencialmente constante da excepção prevista” no Decreto-lei 197/99, “passível de a transformar em regra”.

O que podemos nós esperar ainda do Líder Regional? 


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João Correia às 11:15 | link do post | comentar

Sexta-feira, 01.05.09

O que é que Manuela Ferreira Leite quer? Que o Governo pressione os empregadores a despedir?

Isto vindo de uma das maiores neo-liberais que o país conheceu nos últimos anos, é obra!



João Correia às 23:14 | link do post | comentar

Do medo de serem os últimos da Esquerda!


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João Correia às 22:35 | link do post | comentar

Marquês de Pombal, 14.15h do dia 1 de Maio de 2009

© João Correia

 


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João Correia às 22:23 | link do post | comentar

O episódio que marcou esta tarde será recordado, como foi o episódio da Marinha Grande, como um marco de uma democracia ainda em construção... Compreendo o que aconteceu mas não posso compreender que, pessoas do séc. XXI, recorram à violência contra um candidato ao Parlamento Europeu para descarregar a sua fúria, ainda por cima, numa delegação do PS que foi convidada pela CGTP.

A verdade é que, alguns dos que recorreram aos murros e pontapés devem ter sido previamente "assanhados" pelos líderes do PCP. Não sendo isto uma verdade é, no entanto, a minha opinião.

Palavras ainda para o líder do PCP que diz que não comenta o que não viu... Jerónimo de Sousa é cego e só agora é que se soube! Até eu vi no café...

 


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João Correia às 19:35 | link do post | comentar

Marcha do dia do Trabalhador numa localidade da Austrália, 2007


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João Correia às 11:22 | link do post | comentar

Mário Soares e Álvaro Cunhal no dia 1 de Maio de 1974

 



João Correia às 11:04 | link do post | comentar

Quinta-feira, 30.04.09

Comemoração do Dia do Trabalhador em 1980 em São Bernardo do Campo, São Paulo, Brasil. Imagem de Ricardo Alves



João Correia às 22:46 | link do post | comentar

Mário Soares comemora com o Povo o 1º de Maio depois de, dias antes, os militares derrubarem o Estado Novo. 


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João Correia às 22:36 | link do post | comentar

Quarta-feira, 29.04.09

 
Manuela Ferreira Leite meteu os pés pelas mãos quando, numa entrevista à SIC Notícias, disse: "Eu sentir-me-ia confortável com qualquer solução em que eu acredite, em que eu acredite que a conjugação de esforços e, especialmente, a conjugação de interesses, interesses no sentido do país, são coincidentes. Se perceber que o objectivo país não é propriamente aquele que está no centro das atenções, então com dificuldades haverá um Governo que possa contribuir para a melhoria do país". Como hoje, muito bem, Ferreira Fernandes escreveu no DN, a líder do PSD preferiu "pôr o pais a traduzir o que MFL disse". Mesmo antes de passar a entrevista previamente gravada, já MFL estava a comunicar à imprensa a interpretação que deveria ser feita das suas palavras. Precisa-se de tradutores? Acho que se precisa de coerência!

 

Questão: como o PS tem como objectivo melhorar o País, MFL estará disposta a uma coligação? Será isso um erro de interpretação das suas palavras? Ai estes jornalistas...

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João Correia às 17:48 | link do post | comentar | ver comentários (1)

 

O Eurostat publicou dados, relativos a 2007, que colocam Portugal entre os países com menores taxas de jovens diplomados na União Europeia. Assim, entre os 25 e os 34 anos, cerca de 21,4% de portugueses tem um grau de Ensino Superior, abaixo dos 29,9% da média europeia. Mesmo assim, estes números estão bem acima dos da faixa etária seguinte (35-44 anos) onde apenas 13,6% tem um diploma.
A situação actual merece reflexão: por um lado é essencial para o país aumentar os níveis de qualificação dos seus jovens mas, por outro, é essencial que essa instrução não seja feita ao acaso e em áreas de saber que, neste momento, não têm saídas profissionais.
Na edição 1903 do Jornal Expresso, o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Mariano Gago, veio já afirmar que o próximo passo é “a racionalização da oferta de cursos”. Nada me parece mais acertado e óbvio desde que se não esqueça que há cursos que não podem responder, por razões óbvias (como é o caso das Humanidades), perante as necessidades do mercado de trabalho.
A rede de Ensino Superior deve, da mesma forma, ser pensada e racionalizada. É essencial que o Ensino Superior Privado concorra directamente com a oferta pública, sejam mais qualificados e possuam uma maior escala, quer nacional, quer internacional. Há bons exemplos de boas instituições privadas mas, como se viu num passado nada distante, também os há maus.
Por fim, quero ainda tocar num ponto central: o investimento. Portugal tem de dar prioridade ao investimento no Ensino Superior, em I&D, em capacitar instituições e melhorar os apoios aos estudantes carenciados. E este investimento tem de ser concomitante, ou seja, por exemplo, não se pode investir em ciência e desinvestir no ensino de línguas. O Ensino Superior deve, creio, estimular todas as áreas do saber porque, todas elas, contribuirão para a incrementar a sociedade, dotando-a de bases sustentáveis de crescimento, mudança de mentalidades, reforço da coesão social e desenvolvimento económico.

sinto-me

João Correia às 15:44 | link do post | comentar

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aCima & aBaixo

Ensino Superior com mais vagas

Começa amanha a primeira fase de
acesso ao ensino superior público
com mais 4% de vagasque em 2009.
Vão abrir mais 2068 vagas, sobretudo
nos horarios pós-laborais.
O Governo assinou em Janeiro
um “contrato de confiança” no qual
garante mais fundos com o
compromisso de que se aumentem
as oportunidades de
licenciatura e mestrados à
população activa.
É uma aposta no ensino superior
que não deixa de ter em conta a
produtividade e crescimento do país,
gerando mão-de-obra mais qualificada.

Deputados ausentes

Em nove meses de legislatura
podem ser contabilizadas 652 faltas.
Mesmo após o aviso do presidente
da Assembleia da República, Jaime
Gama, em que diz que não se aceitam
"deputados em part-time" contnua a
existir uma media elevada
de faltas, muitas delas injustificadas.
A assiduidade é um dos factores
que mais descredibiliza os deputados,
e toda a politica representativa.
A bancada com mais faltas é
a do PSD, que é responsável por cerca
de metade das faltas desde o início
da legislatura, seguida pelo CDS.
Os motivos apresentados são
variados mas as faltas continuam
a incidir sobre feriados com
pontes, como o 10 de Junho.
A assiduidade tem, contudo,
vindo a melhorar, com mais controlo
por parte do presidente da Assembleia.



Inês Mendes, 12/07/2010
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