Segunda-feira, 06.07.09

Francisco CésarUma sociedade economicamente sustentável necessita de ter obrigatoriamente um Estado moderno, equilibrado financeiramente, que providencie uma rede social para os mais carenciados, que promova a igualdade de oportunidades, mas que ao mesmo tempo seja impulsionador estratégico de investimento público e privado. Por outro lado, não há desenvolvimento económico sem um tecido empresarial competitivo, que crie riqueza e emprego, com capacidade para crescer e se regenerar todos os dias.

Temos hoje milhares de jovens a terminar a sua formação, que em breve incorporarão a crescente população activa nos Açores. Estes jovens, na sua totalidade, terão dificuldades, em ser absorvidos pelo nosso mercado de trabalho por diversos motivos. Em primeiro lugar pelo facto do sector público estar a aumentar a sua produtividade e a instalar uma política de rigor ao nível do controle das suas despesas, pelo que a margem para a contratualização de novos quadros será muito reduzida. Em segundo lugar, devido à crise económica internacional, o tecido empresarial açoriano tem sentido algumas dificuldades que obrigam, também a uma reestruturação que implicará, certamente, uma contenção de custos e de contratação de novos postos de trabalho.
Uma das soluções preconizadas pela Juventude Socialista tem a ver com o desenvolvimento da capacidade empreendedora da nossa população e pelo reforço dos programas existentes de apoio ao empreendedorismo. De forma a que os jovens criem o seu próprio emprego ou façam uma pequena empresa com sucesso.
As escolas devem ter neste campo um papel fundamental. A criação de uma cultura de aproveitamento de ideias novas e de saber lidar com risco devem ser incutidas nos adolescentes e crianças, para que as próximas gerações tenham melhores instrumentos para enfrentar a vida activa.
Ao nível dos instrumentos já existentes, como o Gabinete do Empreendedor e o Programa Empreende Jovem, para além do mérito e qualidade dos mesmos, penso que devem ser feitos pequenos ajustamentos para os adequar à actual conjuntura. Ao nível do Gabinete do Empreendedor deve ser feito o reforço da sua acção de promoção do empreendedorismo, nomeadamente, junto das escolas, escolas profissionais, base de dados de estudantes açorianos do universitário e politécnico, associações juvenis e câmaras de comércio. Deve ser criado também a figura do Gestor de Processo, cuja função é ser um desburocratizador e facilitador de todos os processos que estão inerentes à criação de uma empresa, desde a ideia inicial até ao negócio.
No programa Empreende Jovem, na minha opinião, devem continuar a ser feitos todos os esforços para desburocratizar e agilizar os processos de candidatura, sendo que devemos, por um lado, abrir os critérios de candidatura a jovens com outro tipo de qualificações que não sejam exclusivamente a formação profissional ou formação superior. Por outro lado, penso que devemos reflectir, se não devemos alargar o âmbito dos projectos apoiados, para mais áreas que se coadunem com a maioria da formação dos nossos jovens.

Numa altura de uma tão forte crise internacional não basta falar de desemprego para que ele desapareça. É preciso falar a verdade e ser sério nas propostas que fazemos. Não se pode pedir baixas de impostos e pedir que o Governo adjudique mais obras, seria intelectualmente desonesto. É preciso sim, imaginação e coragem. Foi isso que o PS e a JS teve e fez. Fica aqui o meu contributo.

Por Francisco César, presidente da Comissão Nacional da JS, no Diário dos Açores de 3 de Julho.


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Sexta-feira, 26.06.09



Luís Pereira às 00:21 | link do post | comentar

Quarta-feira, 24.06.09

Francisco CésarDecorreu no passado fim-de-semana, na ilha Terceira, o IX Congresso Regional da Juventude da Juventude Socialista/Açores. Terminei, por limite de idade, de 30 anos, todas as funções que exercia na organização regional que servi durante mais de 16 anos.

Numa altura em que o alheamento dos jovens da política está no centro das atenções dos media e em que alguns pseudo-intelectuais defendem o fim das juventudes partidárias, tenho reflectido com algum cuidado o papel da Juventude Socialista na sociedade portuguesa.

A história da Juventude Socialista está intimamente ligada à da Democracia portuguesa. A JS esteve presente nas lutas pela liberdade em 1975, foi líder na defesa de um ensino superior universal e gratuito, participou no combate por um sistema nacional de saúde universal e gratuito, foi a primeira a sair em defesa das mulheres que optassem por interromper as suas gravidezes, de uma forma voluntária, defendendo que elas não deviam ir para a cadeia. Foi a JS que propôs programas de mobilidade dos jovens como o cartão jovem ou o cartão interjovem, foi proponente da criação do estatuto trabalhador-estudante, defendeu nos anos 80 a aposta na formação profissional, propôs a criação da primeira lei do associativismo juvenil e estudantil, defendeu o credito à habitação bonificado e o arrendamento jovem, tem defendido o fim dos estágios remunerados, foi proponente do fim do serviço militar obrigatório, propôs que os toxicodependentes fossem tratados como doentes e não como criminosos e foi a primeira organização de índole partidária a propor a legalização do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.

São estas algumas das propostas da JS, em quase 35 anos de história. Nunca esta organização se propôs falar apenas de medidas específicas para juventude. O seu propósito foi e é sempre dar uma visão jovem e ideológica sobre todos os aspectos da nossa sociedade, quer estejamos a falar de emprego, de ambiente, de habitação ou de direitos humanos.

A JS esteve sempre presente em todos os grandes desafios da democracia portuguesa, nunca foi indiferente, nunca foi abstencionista, foi sempre irreverente, foi sempre de esquerda.

Nota: Parabéns ao Berto Messias e a todos os novos eleitos para os órgãos regionais da Juventude Socialista. Faço votos de que desenvolvam um bom trabalho nos próximos dois anos.

Por Francisco César, presidente da Comissão Nacional da JS, no Diário dos Açores de 18 de Junho.


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Jovem Socialista às 12:21 | link do post | comentar

Quarta-feira, 17.06.09


sinto-me

João Correia às 10:50 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Segunda-feira, 15.06.09


sinto-me

João Correia às 16:10 | link do post | comentar


sinto-me

João Correia às 16:05 | link do post | comentar

Quinta-feira, 11.06.09

 

Li no CC uma reflexão bem interessante e que toca no essencial. Perdemos uma "batalha", mas estamos longe de perder a guerra" e penso que é o momento de começarmos a discutir ideias, propostas, posicionamentos para as eleições que se aproximam. Não é o momento de desanimar, é o momento de elevar o espírito de missão para os combates que se aproximam. Vou deixar o meu pequeno contributo.

 

Começa Rui Paulo Figueiredo por se referir à actual situação de crise. Neste ponto, acho que o país atravessa uma fase engraçada, se assim se pode dizer - se da direita vemos um lavar de mãos, uma fuga às responsabilidades, dizendo que é uma falácia que foram as políticas neoliberais a provocarem a crise e que isso é comprovado pelo apoio dos eleitores nesta eleição europeia, por outro lado, à nossa esquerda ouvimos BE e PCP dizer que a culpa é das políticas neoliberais e que o actual governo praticou essas políticas. Posicionamento engraçado, a culpa não é de ninguém senão do Partido Socialista, o que falando em populismo comprova bem o que nos disse...

 

Não foram as políticas do Partido Socialista que criaram esta crise, bem pelo contrário, até sermos afectados em 2007 pela crise mundial, o país demonstrava sinais de recuperação.

 

Concordo que quem vai votar, vota nos mais credíveis e naqueles que pelas suas propostas representam da melhor forma os eleitores. E face a esta crise mundial, é importante passar da melhor forma a mensagem do Partido Socialista para as pessoas. Acho que foi isso que falhou com Vital Moreira. Como já por aqui disse, falta melhor comunicação com a população, uma melhor explicação das reformas que se têm feito para aumentar a sensibilidade das pessoas para com estas e que passe a mensagem.

 

Na parte seguinte, não sei se concordo consigo. Acho que não devemos abdicar das nossas linhas programáticas e devemos defendê-las com unhas e dentes até porque também é aí que nos diferenciamos da direita. Questões como a Educação Sexual ou Casamento entre pessoas do mesmo sexo, apenas por exemplo e por serem mais recentes, são questões que dizem muito à juventude e à esquerda, que importa não esquecer e lutar pelas mesmas. E não me parece que seja por isso que o Partido Socialista vá perder eleitores ao "centro".

 

Esta diferenciação é aliás bastante importante, em contraste com a política do passado, os mesmos rostos descredibilizados, a política a preto e branco e do século XIX, como lhe chamou Duarte Cordeiro. Não me parece que os portugueses já se tenham esquecido da governação de Santana Lopes, Paulo Portas ou de Manuela Ferreira Leite.

 

A imagem que coloquei acima não é inocente. Estamos a falar do Partido Socialista mas acho que muito se deve jogar com a Juventude Socialista. Vamos pôr as nossas ideias a mexer, apostar nas causas de esquerda, da juventude. Como já disse, política para jovens mas também de jovens. É preciso apostar em jovens quadros qualificados com muito potencial e não me parece que isso falte. O Partido Socialista tem de dar atenção à juventude.

 

Acredito no rumo que tem seguido o governo. É preciso consolidar este rumo e tenho a certeza que se fizermos um bom trabalho nos próximos meses os portugueses vão voltar a confiar no Partido Socialista para mais 4 anos no governo.

 

De uma coisa estou certo - o contributo da Juventude Socialista para essa vitória vai ser enorme.

 


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Luís Pereira às 21:43 | link do post | comentar | ver comentários (3)

Quarta-feira, 10.06.09

Ontem vi Santana Lopes a representar o PSD no programa Prós & Contras. Hoje li uma notícia que ainda me deixou mais preocupado - Manuela Ferreira Leite já pensa em coligações com o CDS/PP de Paulo Portas para governar..

 

Preocupante, porque ainda me recordo no estado em que esta mesma coligação deixou o país quando saiu do governo. Preocupante porque lembro-me de Manuela Ferreira Leite enquanto ministra. Preocupante porque sei quais são as suas políticas de igualdade ou de juventude, ou melhor, a falta das mesmas. Preocupante, porque me recordo muito bem do respeito que estes senhores têm pela liberdade dos outros e pelos princípios democráticos, sendo o estado português ainda há bem pouco tempo condenado pela polémica proibição da entrada do barco do aborto em águas portuguesas, enfrentando pela frente vastos recursos da marinha portuguesa.

 

Destes momentos, recordo um mais marcante, da história de luta por ideais e de combate político, um grande momento da Juventude Socialista e do nosso camarada Pedro Nuno Santos:

 

 

Por isto e por muito mais, porque não quero viver num país a preto e branco de políticas do século XIX, espero que os portugueses ainda tenham memória viva.

 

 



Luís Pereira às 01:59 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Segunda-feira, 08.06.09

Não me irei perder em longas análises sobre o que aconteceu ontem. Os comentadores, politólogos e demais colunistas e opinion makers encarregar-se-ão de dissecar os resultados eleitorais, apontar os culpados, enunciar os vencedores e os vencidos. Não é esse o objectivo deste post, apesar de também ter as minhas leituras e avaliação do sucedido. Mas a democracia é soberana, o povo escolheu e está decidido.

 

Este post é dedicado à JS, aos seus dirigentes e militantes.

 

É a expressão do meu reconhecimento e agradecimento aos milhares de militantes da JS que por todo o país quer ao lado do cabeça de lista quer ao lado dos candidatos, quer muitas vezes sozinhos, se dedicaram a esta campanha em nome do PS e dos valores que defendemos na Europa. Para todos o meu obrigado.

 

A JS balançou-se nesta campanha certa de um adversário principal: a abstenção. Procurámos esclarecer os jovens portugueses sobre a importância do projecto europeu e arriscámos a defesa de propostas bem concretas, como o Erasmus universal e acessível a todos. Fomos para a estrada. Percorremos as Universidades e Politécnicos. Fizemos e distribuímos 100 mil flyers com as nossas propostas. E estivemos nessa campanha em todo o lado. Foi uma grande campanha dos jovens socialistas. Não me esquecerei dos comícios em que a JS mostrou bem aquilo que é.

 

Quero também agradecer o empenho dos candidatos que a JS teve na lista do PS para o Parlamento Europeu. Não obstante o facto de estarem colocados em lugares claramente inelegíveis, os nossos 3 candidatos estiveram, também eles em todo o lado. Em debates, iniciativas de rua, a agitar bandeiras a distribuir propaganda, etc. Foram incansáveis. Ao Pedro, à Mafalda e ao Bruno o meu obrigado. A JS orgulha-se de vós.

 

 

Termino, com um agradecimento especial aos que me acompanharam a mim e ao Duarte Cordeiro por todo o país a dormir parcas horas em trabalho sobre-humano e que tiveram a bondade de me aturar. Não é fácil. Porque os últimos são os primeiros não posso deixar de agradecer a todos eles de forma particular e personalizando neles o meu enorme agradecimento a toda a JS. Assim: ao João Castro; à Melissa Gonçalves; ao Carlos César; ao Filipe Gonçalves; à Marisa Gonçalves, ao André Gonçalves; ao Alexandre Ochoa; ao Carlos Godinho; ao Bruno Bento; ao Carlos Maçarico; ao António Morgado;  à Ana Leite, ao Vitor Iria; ao João Silva; ao Bruno Rego; ao Fernando Morgado; ao Gil, ao Marco Marques; ao Ricardo Barrote; ao João Fernandes;  ao Fábio Correia; ao Amadeu Vasconcelos; à Ana Pinto; à Anabela; ao Guilherme Azevedo; ao Lúcio Balula; ao Rui Machado; ao Filipe; ao André Valentim; à Ana Marta Silveira; ao Igor; ao José Aires; à Fátima; ao Fernando; ao Marco Matos; ao Marco Santos; ao António Fantasia; ao Hugo Costa; à Debora Antunes; à Filipa Couto e, finalmente, ao Ricardo Lino por todo o empenho e amizade. Sem ele teria sido bem mais difícil. A todas as nossas federações da JS e em especial às Federações da FAUL, do Porto e de Braga nas pessoas do Pedro Pinto, do Nuno Araújo e do Hugo Pires. O meu sentido obrigado.

 

Parabéns JS e obrigado.

 


sinto-me agradecido
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Terça-feira, 02.06.09

Pude hoje constatar isso mesmo! Num comício cheio no Cartaxo, militantes do Partido Socialista e, principalmente, da Juventude Socialista, deram uma prova inequívoca de que os comícios não morreram. Aliás, isso só pode ser conversa de quem não consegue mobilizar, de quem não consegue motivar e entusiasmar as pessoas com um projecto político. Porventura a razão é mesmo essa: a falta de um projecto para a Europa.

 

Vital Moreira é hoje um cabeça de lista mais solto, integrado e bem mais comunicativo. Representa uma classe de intelectuais do melhor que existe em Portugal, conseguindo de uma forma magnífica apresentar as suas ideias e o seu projecto político da melhor forma, desde a pessoa menos informada ao militante mais activo e conhecedor da realidade, de uma maneira simples e eficaz. É elucidativo disso mesmo o ambiente motivado, pronto, capacitado e confiante na sua qualidade que a estrutura tem demonstrado aos portugueses. Se há uma campanha que chama a atenção pela positiva, é claramente a do PS e da JS.

 

Nós, europeus, de uma esquerda moderna e progressista, de valores democráticos e sociais inegáveis, sabemos qual é o nosso objectivo: mudar a Europa e a tendência de direita reinante no Parlamento Europeu. Queremos uma Europa de esquerda, socialista, com as pessoas primeiro!

 

Não nos esquecemos quem, quer a nível nacional, como europeu, defendeu um modelo capitalista, desregulado e insensível a realidade socioeconómica. Falo obviamente da direita, do PPE, do qual o PSD e o CDS/PP fazem parte. Tal como não nos esquecemos qual é a esquerda radical, anti-progresso e muitas vezes antieuropeia. A esquerda europeia que esteve antes contra Maastricht e hoje contra o Tratado de Lisboa, como o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista.

 

A ideia é clara: nós, europeus. Os Portugueses sabem o que podem contar do Partido Socialista. Integração, coesão, evolução. A Europa faz e irá continuar a fazer parte dos destinos da nossa política. É com uma Europa forte que se constroi um Portugal mais forte. É com um voto responsável, nestes príncipios, que sem qualquer dúvida o Partido Socialista terá no próximo dia 7 uma grande vitória. Porque esta vitória não pode significar outra coisa do que senão a vitória de Portugal e uma vitória para a Europa em que nós acreditamos.

 

Sim, porque nós acreditamos na Europa e não nos servimos destas eleições para motivos menos claros, do bota abaixismo crónico que mais do que discutir ou debater, quer mandar abaixo aqueles que pensam e contribuem para a construção europeia.

 

É por isto e muito mais que gritamos a pulmões cheios, a Europa é...

 

...Vital!

 

O povo português saberá reconhecer isso mesmo.



Luís Pereira às 01:44 | link do post | comentar

Sábado, 30.05.09

Com uma força brutal!

 

Podes acompanhar o diário fotográfico da Caravana JS para as eleições europeias no site oficial ou então no site exclusivamente criado para esse efeito.



Luís Pereira às 23:07 | link do post | comentar

Quinta-feira, 28.05.09

 



Luís Pereira às 01:01 | link do post | comentar

Segunda-feira, 25.05.09

Até dou de barato que de manhã uma pessoa ainda não se encontra na posse de todas as suas capacidades, casos há em que até se acorda mal-disposto. Não vou comentar a opinião em relação ao slogan, que na minha opinião até é bem conseguido, uma vez que gostos são gostos e cada um tem o seu. A verdade é essa, a Europa para nós é Vital: vital por tudo aquilo que significa para Portugal, Vital porque para nós Vital Moreira representa a política que queremos para a Europa e Vital pela Vitalidade que queremos dar a esta campanha defendo os interesses da juventude.

 

A política credibiliza-se com opinião séria. Não com opiniões que demonstram desconhecimento e que influenciam negativamente com base em pressupostos errados. A critica à proposta do PSD, mais precisamente de Paulo Rangel, não foi a um maior apoio ao Erasmus: foi uma critica à apresentação de uma proposta que se considera ser a repetição de uma medida que já existe, e que nem está muito relacionada com o Erasmus propriamente dito. Como já aqui foi dito muitas vezes, o apoio ao Erasmus, nomeadamente com a proposta de Erasmus para tod@s, é uma proposta da JS, há longos meses, em conjunto com a JSE e que pretende eliminar uma desigualdade social sentida no ensino superior, uma vez que nem todos têm possibilidades de acesso ao Erasmus e este até acaba por ser um factor discriminatório no acesso posterior ao emprego, sendo muito mais valorizado quem fez erasmus do que os que não fizeram. Assim, a proposta da JS em nada se confunde com a proposta que o PSD pretendeu fazer passar por sua, que muito interessava a alguns fazer colagem para desviar atenções desta copia ou esquecimento selectivo, normal de quem não se lembra em que partidos militou.

 

Quanto ao TGV, esta é uma proposta que a JS defende activamente sem qualquer lugar para dúvidas. É um direito da juventude, porque seremos nós quem mais tirará proveito do projecto de alta velocidade. Para além da mobilidade ou do factor ambiente, o TGV promoverá emprego qualificado. Sobre esta questão, até já aqui tivemos um contríbuto de Pedro Silva Pereira que importa recordar.

 

Convido-os a ler o manifesto eleitoral da JS. Assim, para além de se informarem e poderem opinar com maior fundamento, podem tirar alguma dúvida que persista. A mim também me dá vontade de rir com alguns textos de opinião que leio, mas devido à seriedade das questões, prefiro antes seguir em frente e é com prazer que vejo que mais uma vez a JS é a juventude partidária que mais se nota, que faz propostas e que defende os interesses dos jovens enquanto outros preferem continuar o caminho do "bota-abaixismo".

 



Luís Pereira às 17:05 | link do post | comentar

Sexta-feira, 22.05.09

A JS marcou mais uma vez a agenda política portuguesa e, de novo, várias vozes se levantaram. Com elogios ou criticas, acho que devemos conviver bem. O que deve chocar é a fuga para a frente, já comum. Se no mundo há uma crise económica, alguns "iluminados" parecem querer alargar a crise ao pensamento: não se pode falar de casamento entre pessoas do mesmo sexo, eutanásia ou educação sexual nas escolas porque só podemos falar em crise económica. Se nos preocupamos com a crise económica internacional? Obviamente que sim! Se vamos ficar estáticos e presos a esta para não fazer o nosso trabalho e defender novas políticas de igualdade, justiça e de/para jovens? Obviamente que não!

 

Que bela "mordaça" querem estes colocar no livre pensamento e iniciativa para apresentar propostas que permitam acabar com alguns problemas da sociedade. A critica até nem é nada de especial: deixaria aqui sobre a questão do preservativo uma citação do Duarte Cordeiro - “Com o número de gravidezes na adolescência que temos, não disponibilizar preservativos nas escolas, que é onde estão os jovens, é fugir ao problema”.

 

A Educação sexual é um problema actual? É, e um problema bem grave. A inadequação do modelo actual espelha-se nos estudos realizados aos comportamentos sexuais dos jovens, particularmente dos adolescentes e dos índices de desconhecimento que continuam a revelar em matéria de contracepção ou em prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. A prevenção não tem sido bem sucedida, cabe a nós mudar o actual panorama, lançar a discussão e pôr isto a andar. É assim que se faz política, de causas para os jovens em particular, para a sociedade no geral, de que a JS não deve abdicar. No futuro, poderá ser graças a estas discussões que notícias como esta não se repitam: "Portugal entre os maiores exportadores europeus de Sida". A forma como se irão distribuir os preservativos ainda está por definir, mas acredito que será da forma mais responsável. Curiosamente, numa entrevista que li há pouco tempo, os alunos até se mostram favoráveis em relação a esta medida de prevenção.

 

Em conclusão: Sendo a ideia da educação sexual nas escolas falar de sexo com jovens para que suceda o mais tarde e mais informadamente possível, o facto de o Estado português andar há 25 anos para entrar em vias de facto poderia parecer enternecedoramente simbólico não fosse irresponsável e estulto. Tão estulto e irresponsável como a resistência à disponibilização de contraceptivos nas escolas aos jovens que os solicitem quando os mesmos jovens podem há décadas recebê-los grátis nos centros de saúde - ou até, imagine-se, comprá-los. Vá, senhores - cresçam.

 



Luís Pereira às 00:45 | link do post | comentar

Domingo, 17.05.09

Exigia-se mais elevação política a uma juventude partidária como a JSD ou a um candidato ao parlamento europeu pelas listas do PSD, mas tal não é possível.

 

Que a JSD anda, tal e qual o PSD, perdida, já todos sabíamos. Agora, depois do baixo nível dos cartazes que andou a espalhar, só faltava acusar de falta de seriedade e de chamar de mentirosos a dirigentes de outra juventude partidária, já para não referir outros insultos que, por exemplo, podem ler aqui, nos comentários.
 
Não vou cair no insulto grátis e de baixo nível, até porque isso só demonstra falta de inteligência. É que estas acusações, para além de serem ridículas e um atentado à honestidade intelectual, só podem causar gargalhadas a qualquer um. Dizer que lhes copiamos uma proposta, que teve origem na JS, para a qual tem contribuído à largos meses, nomeadamente no contributo para um abaixo-assinado europeu, para além de a ter apresentado ao PS, que a adoptou no seu manifesto eleitoral, é hilariante! Ao nível de um sketch dos Gato Fedorento. A proposta do Erasmus para tod@s é da JS, é do PS e temos todo o gosto que a JSD se junte à nossa luta! Até lhes apresento um texto que circulou na JS, promovendo este abaixo-assinado, para o qual também podem contribuir, isto se estiverem disponíveis a fazerem política de seriedade.
 
"A 14 de Fevereiro de 2009, os jovens progressistas europeus, membros das organizações de juventude dos partidos integrados no Partido Socialista Europeu, lançam uma campanha a nível europeu para promover a seguinte petição para assegurar o direito de acesso a um Erasmus Universal: “Solicitamos à União Europeia que todos os jovens entre os 16 e os 29 anos possam ter o direito e oportunidade de viajar, viver, trabalhar ou estudar por um período de 6 meses num Estado membro da União Europeia distinto do da sua residência”.
 
A possibilidade de todos terem condições para acederem ao erasmus é obviamente uma preocupação da JS, mais do que não seja, porque é um contributo para o combate a mais uma desigualdade. A promoção do emprego, obviamente que é uma preocupação da JS, não fossemos nós socialistas! As linhas de alta velocidade é um direito dos jovens, não o contrário, é uma investimento estruturante para Portugal que urge avançar para a frente.
 
Quem parece copiar algo aqui, é a JSD. Copia o marasmo que é o PSD, copia a falta de rumo, a falta de causas e propostas para a Europa! Acabaria deixando-lhes uma pergunta ou um desafio: sendo uma organização de juventude, que pouco pode fazer na questão europeia, por incapacidade ou falta de vontade, não podiam fazer algo útil, neste caso a pressionar o próprio PSD, que curiosamente aprovou a lei em sede de Assembleia da República, e viabilizar o Conselho Municipal de Juventude em Lisboa que tem agora bloqueado sem razão aparente? Aí sim, teriam finalmente alguma utilidade, mas nem nisso acredito, porque pelo último debate que vi, ainda têm a coragem de defender uma posição que não é defensável.

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Luís Pereira às 22:43 | link do post | comentar

A JSD acusou a Juventude Socialista de plágio e falta de seriedade na política referindo que a JS tinha plagiado a JSD ao apelar ao Erasmus para todos.

Facilmente se comprova que a JSD faltou à verdade e que teve o comportamento de pouca seriedade que acusa os outros.

A proposta de “Erasmus para tod@s” surge publicamente da ECOSY, Organização Europeia das Juventudes Socialistas, em 14 de Fevereiro de 2009. Nesta data todas as organizações membros da ECOSY, incluindo a JS, participam no lançamento da petição “Universal Erasmus”, www.universalerasmus.eu, que tem como objectivo reforçar os apoios financeiros a todos os programas de mobilidade, em especial ao Erasmus, para que todos os jovens independentemente das suas condições sociais de origens possam participar e beneficiar desses programas.

Pelo que percebemos a proposta da JSD trata-se de reformular um programa existente que se chama Leornardo Da Vinci, utilizando um nome de um programa já existente, ao nível nacional da AICEP, chamado “Vasco da Gama”.

Não só as preocupações da JS e da JSD são manifestamente diferentes como facilmente se comprova a origem da proposta da JS, a sua data e a sua finalidade.

Deve ser esta a Política de Verdade do PSD e da JSD.

 

Duarte Cordeiro

Secretário-Geral da JS


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Jovem Socialista às 22:17 | link do post | comentar

Sábado, 16.05.09

"Temos de fazer alguns deputados perceber que já devia ser possível distribuir preservativos nas escolas há anos. Que serão distribuidos por técnicos de saúde que informarão os estudantes antes de os distribuir. Que já são distribuídos gratuitamente em milhares de sítios sem informação prévia. Que as escolas são entidades responsáveis e capazes de gerir este programa sem dramas. Que é dificil falar de Educação Sexual sem falar em preservativos e que é incompreensível que depois não estejam disponíveis na escola. "

 

Por, Duarte Cordeiro. Junta-te à causa.



Luís Pereira às 01:55 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Sexta-feira, 15.05.09

“Com o número de gravidezes na adolescência que temos, não disponibilizar preservativos nas escolas, que é onde estão os jovens, é fugir ao problema”, invoca Duarte Cordeiro, líder da JS e um dos principais autores do diploma.



Luís Pereira às 23:03 | link do post | comentar

Terça-feira, 12.05.09



Luís Pereira às 22:31 | link do post | comentar

Ontem, correu as instituições de ensino superior de Lisboa. Vê aqui algumas fotos, podendo acompanhar o diário de campanha aqui como em www.jseuropeias2009.com.

 

 



Luís Pereira às 18:05 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sábado, 09.05.09

São 8h da noite e encontro-me numa sala com mais de 100 jovens socialistas, como eu, a discutir a Europa, o Crescimento Económico e o Combate à Crise Internacional. Temos como convidada especial Maria João Rodrigues. É verdadeiramente um privilégio poder discutir a Europa com a pessoa que delineou a Estratégia de Lisboa e é uma das maiores "experts", sobre a UE.

 

Hoje comemora-se o dia da Europa e a JS decidiu celebrar a Europa com um Campus dedicado ao tema e que grande dia estamos a ter. Passaram por cá Correia de Campos, Edite Estrela, Ana Gomes, Petroula Nteledimou (Presidente da ECOSY), José Sócrates, Vital Moreira, Inês de Medeiros, e tantos mais. Ainda teremos um painel com Capoulas Santos e Pedro Silva Pereira.

 

Parabéns JS e parabéns Pedro Alves (somos tantos pedros que temos de usar sempre os apelidos :-/)

 

Nós, jovens socialistas, somos verdadeiramente europeus e sentimo-nos assim. É por isso que já na segunda-feira percorremos todo o país a discutir a Europa e a defender com convicção as nossas ideias para o futuro da UE. Queremos coisas como Erasmus para tod@s e + apoio ao emprego, em especial dos jovens.

 

Achamos que a Europa é Vital nas nossas vidas e não abdicamos do nosso direito de discuti-la, aprofundá-la e defendê-la.

 

Começaram as Europeias 2009 e a JS está preparada, empenhada, motivada e mobilizada para o desafio que temos.

 

 


sinto-me exausto, mas confiante

PV às 20:16 | link do post | comentar

Quinta-feira, 07.05.09

 

XVI Congresso Nacional da Juventude Socialista

Palácio da Alfândega - Porto

18, 19 e 20 de Julho de 2008

 

"Quando somos jovens temos manhãs triunfantes"

Victor Hugo


sinto-me
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João Correia às 18:46 | link do post | comentar

Terça-feira, 05.05.09

© João Correia

Campus JS "A Crise Financeira Internacional e o Futuro"

 

Vila Real - 1 e 2 de Novembro de 2008

 

 "A essência do conhecimento consiste em aplicá-lo, uma vez possuído"

Confúcio


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João Correia às 20:26 | link do post | comentar

Segunda-feira, 04.05.09

É incrível como cada vez mais uma esquerda extremista tenta apoderar-se de comemorações como o 25 de Abril ou o 1º de Maio. É importante não esquecer que também o Partido Socialista, através de Mário Soares, por exemplo, teve um papel fundamental na fundação da democracia Portuguesa.

 

Por isto, e por muito mais, considerar que a presença do Partido Socialista, representado por Vital Moreira, recordando que para tal foi convidado, foi um ofensa, é absolutamente ridículo e isso sim uma ofensa. Desculpar agressões cobardes como as que aconteceram no dia 1º de Maio não lembra a ninguém.

 

É por isto que cada vez mais se comprova que na esquerda só há um partido democrático, progressista e moderno.



Luís Pereira às 13:04 | link do post | comentar

Dizia Manuela Ferreira Leite, entre várias declarações bastante claras em relação ao seu conservadorismo, admitindo que as obras públicas poderiam criar emprego em Portugal, que este só beneficiaria o combate ao desemprego da Ucrânia, alimentando particularmente uma ideia negativa dos países da europa do leste. Demonstrativo de como encara a mobilidade ou a abertura das fronteiras na Europa, de como respeita os países da União Europeia e a sua integração. São estes os seus valores, é esta a sua verdade conservadora, é nisto que enquanto jovens socialistas não nos revemos.

 

 

Veio agora Paulo Rangel defender, porventura, a sua primeira ideia para a Europa - Paulo Rangel propõe Erasmus para emprego jovem. Uma ideia curiosa, uma que vez que até já existe um programa similar, e contraditória, senão populista, dentro do próprio PSD, a não ser que Paulo Rangel acredite que este erasmus jovem significaria apenas a saída de jovens portugueses a encontrar emprego noutros países e não a entrada de outros jovens, talvez ucranianos, ou cidadãos europeus como os romenos ou checos.

 

Uma coisa é certa, é a Juventude Socialista de novo a marcar a agenda política, já que foi a JS quem trouxe as suas preocupações em relação a um Erasmus universal para a discussão pública, defendendo condições de acesso para todos, uma vez que o actual programa é um factor discriminatório e acabava por beneficiar quem o frequenta no acesso ao emprego, para prejuízo daqueles que, sem condições financeiras, por exemplo, não conseguiam frequentar o Erasmus.

 

Uma medida que parece seguir a linha orientadora de integração e mobilidade e que vem no seguimento desta discussão sobre a diferenciação social na qual JS tem centrado atenções. Curiosamente, e sendo Paulo Rangel um "denunciador" semiprofissional das divergências de opinião entre Vital e Sócrates, gostaria de ver o que diria a Sra. Manuela sobre esta opinião do seu mais do que tudo protegido.



Luís Pereira às 12:54 | link do post | comentar

Domingo, 03.05.09

Foi realizada este sábado, em Mangualde, mais uma Comissão Nacional da JS, com bastante participação que, em conjunto com muitas intervenções, apurada boa disposição e camaradagem, a transformaram em mais um excelente momento de reunião de jovens socialistas. Enquanto representante do Jovem Socialista, assisti à discussão de assuntos internos da Juventude Socialista, como um novo regulamento disciplinar ou ainda sobre a importância das Semanas Federativas, questões de política nacional e europeia, sendo, neste ponto particular, aprovado um manifesto da autoria da Juventude Socialista que em breve apresentaremos aqui. Por último, mas não menos importante, gostaria de deixar uma mensagem de agradecimento pela organização e recepção à Juventude Socialista de Mangualde e de VIseu.



Luís Pereira às 22:28 | link do post | comentar

Quarta-feira, 29.04.09

JS no Desfile da Avenida da Liberdade



Luís Pereira às 19:29 |
editado por Jovem Socialista Online às 20:14link do post | comentar

O Movimento Sócrates 09 promoveu mais uma sessão de perguntas e respostas, desta vez com Augusto Santos Silva. Devido ao grande número de participações, não foi possível responder a tudo. No entanto, várias perguntas pertinentes que foram colocadas tiveram resposta, num misto de responsabilidade e boa disposição do nosso camarada.

 

Podes consultar a conversa aqui. Fica já aqui anunciado o senhor que se segue:

 

 

Participa em www.socrates09.pt!



Luís Pereira às 00:49 | link do post | comentar

Terça-feira, 28.04.09

 

www.socrates09.pt



Jovem Socialista às 14:32 | link do post | comentar

Segunda-feira, 27.04.09

A educação tem sido um sector onde muito se tem apostado em Portugal. A qualificação dos portugueses é, e deverá continuar a ser, uma prioridade para a acção governativa. São princípios basilares de qualquer país desenvolvido: melhor formação escolar, melhor formação pessoal. A formação e qualificação dos portugueses permite, aliás, combater de melhor forma as desigualdades sociais, prepara as várias gerações de hoje, para os desafios de amanhã. Como disse, e muito bem, José Sócrates, "mais educação e mais formação significa mais igualdade de oportunidades, melhores condições de emprego, recursos humanos mais preparados para a economia nacional." Para atingir este objectivo, várias têm sido as medidas tomadas: modernização e qualificação das estruturas escolares, alargamento do período de funcionamento para além da estabilização e reforço de liderança nas escolas.

 

Neste sentido, foram criados programas como o e-escolas ou o Novas Oportunidades. Um para dar a conhecer aos estudantes as novas tecnologias, já que é inegável a importância de qualquer quadro profissional adquirir competências técnicas, nomeadamente em informática. Apostou-se ainda na recuperação de muitos cidadãos para o estudo, complementando ou completando as suas qualificações ou mesmo adquirindo novas competências.

 

Esta linha de intervenção tem tido vários pontos positivos: a taxa de insucesso escolar encontra-se nos níveis mais baixos da década, o abandono escolar precoce diminuiu, o já referido programa Novas Oportunidades já trouxe de novo aos estudos 800 mil jovens ou adultos inscritos, tendo 200 mil já certificação, conseguiu-se, ainda, com o novo estatuto do aluno, elevar o nível de exigência, diminuindo em 25% as faltas, para além do crescimento do apoio público às famílias, através de medidas como o passe escolar, o 13º mês de abono, a duplicação do número de beneficiários de acção social

 

Estes têm sido os princípios seguidos pela governação socialista. Pretende-se agora passar de 9 para 12 anos de ensino obrigatório. Significa isto que o objectivo é que qualquer quadro no mercado trabalho tenha pelo menos o ensino secundário e que todos os jovens até aos 18 anos frequentem uma escola ou um centro de formação profissional. Na minha opinião, este nem deve ser encarado como obrigatório: trata-se hoje, muito mais, de um direito, de uma necessidade de, como já foi dito, as novas gerações se qualificarem para estarem à altura dos desafios. É um caminho de mérito que já há muito deveria ter sido seguido em Portugal, até pelo exemplo que a Europa nos dá. Uma oportunidade histórica de implementação desta medida. Quando antes existiam diversas dificuldades em manter os mais novos na escola, seja por necessidades económicas, havendo a necessidade destes ajudarem em casa, trabalhando e contribuindo com o seu salário, hoje começa a existir, enraizada, a cultura do ensino, o respeito em relação à escola e à sua importância é maior, existindo uma muito maior consciencialização em relação aos desafios que a vida numa economia globalizada nos coloca. Assim, como é intenção do governo, nos próximos quatro anos, teremos as novas gerações no mínimo formadas com o 12º ano, não havendo desculpas para tal não acontecer: prometeu o governo que se para a continuação de estudos, existirem dificuldades, estão já pensadas bolsas de estudos. Ninguém, por dificuldade económicas, deve ficar excluído de estudar! Para além disto, pretende-se que no pré-escolar, nenhuma criança chegue à escola sem um ano de pré-escolar, chegando a uma taxa de sucesso de 100%.

 

A actual crise económica internacional, acentua a importância deste objectivo. Só os mais bem preparados, conseguem responder da melhor forma! Para Portugal chegar ao pelotão da frente, precisa destas reformas estruturais. Ensino, formação e qualificação para todos!



Luís Pereira às 23:13 | link do post | comentar

Começa hoje, com a presença do Secretário-Geral da Juventude Socialista, Duarte Cordeiro, mais uma semana federativa, desta vez no Porto e durará até sexta-feira!

 

Participa!

 

Adenda:

 

"A Federação Distrital da JS/Porto, em articulação com a Direcção Nacional da JS, organizará a sua Semana Federativa entre os próximos dias 27 de Abril e 1 de Maio. Para além do Secretário-Geral da JS, contaremos com a presença do Presidente da Federação Distrital do PS/Porto, bem como de vários deputados do PS eleitos pelo distrito.

Ao longo de toda a semana teremos um intenso programa que permitirá o envolvimento activo de todos os militantes e que pode ser consultado em http://jsdistritalporto.freehostia.com/notas_imprensa/56sfprograma.pdf.

Informações complementares sobre a Semana Federativa serão colocadas no nosso site nos próximos dias e quaisquer contactos adicionais podem ser direccionados para 91 977 42 66 / nunoaraujo@jsdistritalporto.org."

 



Jovem Socialista às 12:37 | link do post | comentar

Domingo, 26.04.09

Vou deixar aqui uma advinha:

 

- num lado, no discurso sobre o 25 de Abril na Assembleia da República, sente-se uma clara emoção em relação ao significado desta celebração. Do outro lado, gritos, populismo e aproveitamento político de uma cerimónia solene.

 

- num lado, o Secretário-Geral inaugura uma nova forma de comunicação com os cidadãos portugueses, fomentando a aproximação entre a classe política e os cidadãos. Do outro lado, inaugura-se uma praça qualquer com o nome de um ditador que negava a existência de democracia.

 

- num lado, festeja-se o 25 de Abril. Do outro lado, na Madeira, onde existe das festas mais caras em termos de fogo de artificio, quando toca a comemorar o 25 de Abril, não existe nenhum festejo.

 

Sim, eu sei, é fácil. Aproveito ainda para deixar aqui uma notícia:

Vigília da JS junto às portas fechadas da Assembleia reúne 55 pessoas

 


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Luís Pereira às 12:22 | link do post | comentar

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Ensino Superior com mais vagas

Começa amanha a primeira fase de
acesso ao ensino superior público
com mais 4% de vagasque em 2009.
Vão abrir mais 2068 vagas, sobretudo
nos horarios pós-laborais.
O Governo assinou em Janeiro
um “contrato de confiança” no qual
garante mais fundos com o
compromisso de que se aumentem
as oportunidades de
licenciatura e mestrados à
população activa.
É uma aposta no ensino superior
que não deixa de ter em conta a
produtividade e crescimento do país,
gerando mão-de-obra mais qualificada.

Deputados ausentes

Em nove meses de legislatura
podem ser contabilizadas 652 faltas.
Mesmo após o aviso do presidente
da Assembleia da República, Jaime
Gama, em que diz que não se aceitam
"deputados em part-time" contnua a
existir uma media elevada
de faltas, muitas delas injustificadas.
A assiduidade é um dos factores
que mais descredibiliza os deputados,
e toda a politica representativa.
A bancada com mais faltas é
a do PSD, que é responsável por cerca
de metade das faltas desde o início
da legislatura, seguida pelo CDS.
Os motivos apresentados são
variados mas as faltas continuam
a incidir sobre feriados com
pontes, como o 10 de Junho.
A assiduidade tem, contudo,
vindo a melhorar, com mais controlo
por parte do presidente da Assembleia.



Inês Mendes, 12/07/2010
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