Segunda-feira, 08.06.09

Não me irei perder em longas análises sobre o que aconteceu ontem. Os comentadores, politólogos e demais colunistas e opinion makers encarregar-se-ão de dissecar os resultados eleitorais, apontar os culpados, enunciar os vencedores e os vencidos. Não é esse o objectivo deste post, apesar de também ter as minhas leituras e avaliação do sucedido. Mas a democracia é soberana, o povo escolheu e está decidido.

 

Este post é dedicado à JS, aos seus dirigentes e militantes.

 

É a expressão do meu reconhecimento e agradecimento aos milhares de militantes da JS que por todo o país quer ao lado do cabeça de lista quer ao lado dos candidatos, quer muitas vezes sozinhos, se dedicaram a esta campanha em nome do PS e dos valores que defendemos na Europa. Para todos o meu obrigado.

 

A JS balançou-se nesta campanha certa de um adversário principal: a abstenção. Procurámos esclarecer os jovens portugueses sobre a importância do projecto europeu e arriscámos a defesa de propostas bem concretas, como o Erasmus universal e acessível a todos. Fomos para a estrada. Percorremos as Universidades e Politécnicos. Fizemos e distribuímos 100 mil flyers com as nossas propostas. E estivemos nessa campanha em todo o lado. Foi uma grande campanha dos jovens socialistas. Não me esquecerei dos comícios em que a JS mostrou bem aquilo que é.

 

Quero também agradecer o empenho dos candidatos que a JS teve na lista do PS para o Parlamento Europeu. Não obstante o facto de estarem colocados em lugares claramente inelegíveis, os nossos 3 candidatos estiveram, também eles em todo o lado. Em debates, iniciativas de rua, a agitar bandeiras a distribuir propaganda, etc. Foram incansáveis. Ao Pedro, à Mafalda e ao Bruno o meu obrigado. A JS orgulha-se de vós.

 

 

Termino, com um agradecimento especial aos que me acompanharam a mim e ao Duarte Cordeiro por todo o país a dormir parcas horas em trabalho sobre-humano e que tiveram a bondade de me aturar. Não é fácil. Porque os últimos são os primeiros não posso deixar de agradecer a todos eles de forma particular e personalizando neles o meu enorme agradecimento a toda a JS. Assim: ao João Castro; à Melissa Gonçalves; ao Carlos César; ao Filipe Gonçalves; à Marisa Gonçalves, ao André Gonçalves; ao Alexandre Ochoa; ao Carlos Godinho; ao Bruno Bento; ao Carlos Maçarico; ao António Morgado;  à Ana Leite, ao Vitor Iria; ao João Silva; ao Bruno Rego; ao Fernando Morgado; ao Gil, ao Marco Marques; ao Ricardo Barrote; ao João Fernandes;  ao Fábio Correia; ao Amadeu Vasconcelos; à Ana Pinto; à Anabela; ao Guilherme Azevedo; ao Lúcio Balula; ao Rui Machado; ao Filipe; ao André Valentim; à Ana Marta Silveira; ao Igor; ao José Aires; à Fátima; ao Fernando; ao Marco Matos; ao Marco Santos; ao António Fantasia; ao Hugo Costa; à Debora Antunes; à Filipa Couto e, finalmente, ao Ricardo Lino por todo o empenho e amizade. Sem ele teria sido bem mais difícil. A todas as nossas federações da JS e em especial às Federações da FAUL, do Porto e de Braga nas pessoas do Pedro Pinto, do Nuno Araújo e do Hugo Pires. O meu sentido obrigado.

 

Parabéns JS e obrigado.

 


sinto-me agradecido
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Segunda-feira, 01.06.09

No curso de Direito comecei a aperceber-me da influência abissal da União Europeia no nosso país. Começamos por aprender que cada Estado, detentor de uma soberania própria, de que a Constituição é expoente, tem as suas leis, os seus princípios, se rege pelos modelos politicos e económicos que escolher e que o seu povo sufragar nas urnas para logo a seguir verificarmos que à União Europeia é possivel adulterar essas regras, que detém afinal um primado legislador, e que é a própria Constituição nacional que o permite e clarifica.
 


Se através do Direito percebi porquê, é na vida prática que sinto como. Tenhamos a consciência de que desde o mais vulgar rótulo de um pacote de leite até ao valor da nossa renda da casa, tudo é ou pode ser directamente influenciado ou mesmo ordenado por normas e princípios da UE. Porque se submete então o nosso país a isso? Argumento simplista o de que nos têm oferecido dinheiro em troca. Não, Portugal aceita ser membro da União Europeia, aceita ver a sua soberania limitada e a vida dos seus cidadãos directa ou indirectamente afectada, porque tanto historica como presentemente se revê numa União de Estados que se funda num dos valores mais essenciais da civilização moderna – a paz – e se reinventa noutros não menos importantes: justiça, democracia, solidariedade, lealdade, cooperação, entre muitos outros.

 

Assim, não temos de ser à partida euro-cépticos. Mas também não devemos ser euro-obcecados no sentido de encarar como sagrado tudo o que é decidido em Bruxelas. E acima de tudo temos de ser coerentes: não podemos adorar a UE no dia em que nos dá subsídios para a agricultura e odiá-la no dia seguinte em que nos impõe cotas para a pesca. Perceber que fazemos parte de uma comunidade inter-estadual é hoje quase tão importante como perceber, por volta dos 7 anos, que vivemos numa sociedade onde existem direitos e de deveres.
 


Do que não podemos abdicar, principalmente nós, jovens, é de participar activamente na definição da Europa que queremos, das politicas sociais e laborais que adopta, das politicas económicas, de juventude, de ambiente que assume, em suma, da defesa de uma Europa que dignifique os valores fundadores enunciados. Igualmente, enquanto jovens socialistas, não poderemos abdicar de defender o Estado Social Europeu: a sua destruição significará inutilizar tanto o processo fundador como apagar as bases fundamentais do percurso de construção europeia. É preciso que tenhamos também a consciência que explicar isso às pessoas é essencial, vital. Em época de eleições mas não só.
 


Já agora, a assinatura do Tratado de Lisboa, como a Estratégia de Lisboa, a Adesão ao Euro ou à própria UE (CEE à data) podem não fazer aumentar a popularidade do Governo, podem não mexer em sondagens, podem não dar votos... mas são marcas do Partido Socialista no processo de construção de uma melhor Europa.

 

 

Publicado também em www.oneses.blogspot.com .



Pedro Silveira às 22:44 | link do post | comentar

Sexta-feira, 15.05.09

Falemos, então, da papa Maizena.

Não do novo blogue. Haverá tempo para isso.

Também não do soundbite e todos os faits-divers mediáticos em seu torno. Mas da questão de fundo que lhe estava subjacente: a proposta de criação de um Programa Erasmus para o 1.º emprego.

Faz sentido a existência de medidas europeias de incentivo à mobilidade profissional de recém-licenciados? Faz, claro que sim.

Devem os candidatos ao Parlamento Europeu apresentar propostas de medidas a adoptar pela União Europeia? Devem, indiscutivelmente devem.

A ideia de um Programa Erasmus para o 1.º emprego é um boa ideia? É.

O incentivo à mobilidade internacional de jovens trabalhadores é um ideia inovadora e inédita? Não, não é. Em Portugal já existem programas em vigor que visam, precisamente, atingir esse objectivo: o INOV Contacto e o INOV Vasco da Gama.

É aceitável que um candidato ao Parlamento Europeu formule propostas para medidas comunitárias, desconhecendo que, internamente, já existem programas em tudo semelhantes ou que visam atingir exactamente os mesmos objectivos? Não, não é.

Publicidades farináceas à parte, esta é que é a questão de fundo. Paulo Rangel, ao propor algo que já existia, demonstrou desconhecimento e impreparação.

E o soundbite só lhe veio dar jeito. Inteligentemente, Rangel fez-se de vítima, escusando-se a responder à questão de fundo para a qual, manifestamente, não tinha resposta. Conseguiu, assim, no meio da papa, passar pelos pingos da chuva e fazer com que ninguém reparasse que a sua proposta de um Programa Erasmus para o 1.º emprego não passava de improvisação política feita em cima do joelho. Ou, recorrendo à metáfora de JPP, Paulo Rangel apanhou o comboinho colorido para que não se visse o grande comboio negro.

Moral da história: Quanto ao fundo da questão - que é o que interessa discutir, embora a comunicação social se tenha interessado mais pela papa - Basílio Horta tinha razão em chamar a atenção para o carácter não-inovador das medidas apresentadas por Paulo Rangel. Fez uma crítica substantiva, bem fundamentada e certeira, sem ataques pessoais, antes salientando a importância de programas geridos pela instituição a que preside. Ao fazê-lo, tornou evidente a impreparação de Paulo Rangel - que é, no fundo, a ideia que está subjacente à “boca” alimentícia do ministro Manuel Pinho, a qual acabou por fazer ricochete ou virar-se contra o feiticeiro, beneficiando apenas o próprio Paulo Rangel, que assim conseguiu distrair as atenções, fazendo com que o seu erro passasse despercebido.



Luís Pereira às 23:26 | link do post | comentar

Quarta-feira, 13.05.09

Ouvi ontem Paulo Rangel criticar o Governo por este não apoiar os jovens do Ensino Superior, dizendo que o Governo não investia neste sector tão importante da sociedade portuguesa. Deixaria aqui outro contríbuto do sr. Ministro, membro do Secretariado Nacional do Partido Socialista, Pedro Silva Pereira:

 

"Todos gostaríamos, certamente, que o ensino superior público pudesse ser gratuito - mas infelizmente isso não é possível. De qualquer modo, recordo que o Governo anterior aumentou as propinas e este Governo limitou-se a proceder à sua actualização, ao nível da inflação. Seja como for, o que fizemos foi alargar em muito as condições de acesso à acção social escolar e é isso que permite apoiar o acesso de todos ao ensino superior. Por outro lado, criámos os empréstimos para os estudantes do superior, com garantias do Estado - e há milhares de jovens que já estão a beneficiar desse apoio do Estado para prosseguirem os seus estudos."

 

Sobre isto, Paulo Rangel nada disse, provando ter alguns esquecimentos particulares e bem selectivos. Contínua a política de verdade, ou como se diz: com a verdade me enganas!



Luís Pereira às 22:02 | link do post | comentar

O PSD, via Paulo Rangel, e a JSD fartam-se de criticar o TGV com um argumento que tem uma certa piada. As próximas gerações ficariam, segundo estes, "presas a este pesado investimento". É importante pensar numa coisa: são as gerações futuras que mais vão beneficiar deste investimento. Para além de ambientalmente sustentável, este importante investimento melhora a mobilidade e aproxima Portugal da Europa. Isto, sem nos esquecermos nos efeitos positivos que traz o investimento público à economia nacional. Por isso a JS adoptou o lema: Direito ao TGV!

 

Se a ligação a Madrid parece ser mais consensual, a do Porto-Lisboa tem sido a mais criticada. Deixaria aqui o contributo do sr. Ministro Pedro Silva Pereira:

 

"Quanto à ligação ao Porto, proponho que tenha em consideração três argumentos: primeiro, trata-se de um troço da ligação a Vigo, que é importante para as nossas empresas; segundo, desbloqueia o transporte de mercadorias, hoje saturado na linha tradicional Lisboa-Porto, onde é prejudicado pela articulação com o transporte de passageiros em linha única; terceiro, é rotundamente falso que se trate de uma redução de apenas 15 minutos: o ganho é de uma hora e meia! (de 2 horas e 45, hoje "gastas" na melhor ligação ferroviária, para apenas 1 hora e 15). Quem ganha, e muito, são as empresas que a preocupam. E boa parte do investimento é com fundos comunitários, que não podem ter outros destinos."

 

Esclarecido? Hoje, como há 5 anos quando Manuela Ferreira Leite estava no Governo e assinava um acordo internacional com Espanha, para cinco linhas, o TGV é uma prioridade. Para uma política de verdade, é importante não se esquecer dos acordos que estabelece, até porque isso prejudica a credibilidade portuguesa no estrangeiro.



Luís Pereira às 21:48 | link do post | comentar

Terça-feira, 12.05.09



Luís Pereira às 22:31 | link do post | comentar

Ontem, correu as instituições de ensino superior de Lisboa. Vê aqui algumas fotos, podendo acompanhar o diário de campanha aqui como em www.jseuropeias2009.com.

 

 



Luís Pereira às 18:05 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Segunda-feira, 11.05.09

No último dia 9, dia da Europa, o Partido Socialista apresentou o seu manifesto.

 

Manifesto para as eleições europeias do Partido Socialista

 

Aqui está o Partido Socialista das duas caras: a das ideias e projecto europeu e a do rigor, competência e qualidade.



Luís Pereira às 00:37 | link do post | comentar

Sábado, 09.05.09

É a vez de José Sócrates tomar a palavra. Diz para a plateia:

 

" Se há algum contributo que podemos dar hoje ao mundo, é votar nas eleições europeias, pois isso significa uma Europa mais forte."

 

Sobre a crise, acrescentou: " a Europa não só nos defende como nos proporciona instrumentos para a combater".

 

O que está em jogo nestas eleições " é o prolongar esta aventura! A Europa foi construída com voos fantásticos, como a abertura das fronteiras ou o euro".

 

Acerca do papel de Portugal, "foi através da nossa sensibilidade que, por exemplo, construímos uma relação com África e por outro lado também, através de uma cooperação estratégica, com o Brasil."

 

" Aventura, que teve na assinatura do Tratado Europeu, aprovado já em 26 estados membros, mais um importante desenvolvimento, e que será em 2010 o tratado da Europa, com o nome de uma cidade portuguesa, Lisboa! Nós, os Socialistas, sempre estivemos na vanguarda deste projecto!"

 

"Foi por acharmos que fizemos um bom trabalho que, ao contrário de outros, mantivemos muitos dos actuais deputados! E temos um novo candidato, cabeça de lista, o Prof. Vital Moreira, que dá excelentes garantias. Vital Moreira, contamos contigo e a com a sua equipa!"

 

Neste momento, sentiu-se uma grande ovação aos candidatos ao Parlamento Europeu. José Sócrates acrescenta: " Há um ponto fundamental nesta eleição: a dicotomia esquerda e direita, nunca se esqueçam que o radicalismo nunca levou a lado nenhum, aliás, só destruiu, e os outros são de um bota baixismo, negativismo e política de ataque pessoal, que também nada acrescenta. Esses que querem discutir questões nacionais, estamos preparados para lhes responder, mas não se esqueçam não será apenas uma avaliação do governo, mas também a uma oposição ausente, que não apresentou nenhuma proposta."

 

" Votar no PS é agir por mais igualdade! No ranking de políticas de imigração, ou seja de igualdade, sabiam que a Suécia é a número 1? E que Portugal conquistou o segundo lugar? É isto que está em causa nestas eleições, mas também a forma como vamos enfrentar a crise. Proteger as famílias, as empresas através de, por exemplo, investimento público. Preferimos o investimento público, a ficar sentados numa cadeira e não tomar medidas. "

 

" Nós somos de uma geração que não se queixa de as anteriores terem feito muito, mas sim pouco. É esta a batalha, deixar novas oportunidades para as gerações futuras. Esta é uma oportunidade para afirmar a Europa e combater a crise. Aqui está o PS! A servir Portugal, a contribuir para o debate e a defender os seus ideais com categoria. a defender a Europa e os melhores deputados!"

 

"É por isso que dizemos, nós europeus, um voto por Portugal e pela Europa!"



Luís Pereira às 19:19 | link do post | comentar

Sexta-feira, 08.05.09

Existe, na minha opinião, um problema grave, quase crónico, na Europa. Trata-se do afastamento entre a classe política europeia e das suas instituições, da população. Pouco, ou nada, chega aos eleitores sobre o que é feito, o que é decidido, o que é pensado na Europa. A Europa é vista como um centro de decisão onde a Comissão e o Conselho Europeu decidem e o povo pouco tem a dizer em relação a qualquer matéria, não havendo grande necessidade de acompanhar a actualidade política. Que sinal mais poderoso disto mesmo, do que os enormes números de abstenção que se espera. Para a Europa seguir, e seguir por um percurso forte, necessita de uma maior aproximação e consciencialização da  importância que hoje tem.

 

O titulo refere Cavaco Silva e não é de forma inocente. Nos últimos tempos, estou farto de ouvir de Bloco Central, centrando as atenções nas legislativas, de todos os quadrantes, mas mais importante, de um que nunca o deveria fazer, o Presidente da República. Hoje, mais do que nunca, importa falar sobre a Europa. Importa realçar aos Portugueses que é necessário ir votarem, é essencial! Ainda me lembro quando Cavaco Silva parou o país para falar de...Estatuto dos Açores, uma matéria que nada diz à população portuguesa. Ultimamente, distrai os portugueses, falando sobre o bloco central e nada dizendo ou pouco dizendo sobre a Europa.

 

Não sei a quem interessa falar de bloco central. Uma coisa sei: importa e muito falar da União Europeia. Hoje o Sr. Presidente da República lembrou-se finalmente disso. Espero que continue e que se esforce por relembrar aos portugueses a importância de votar!



Luís Pereira às 20:15 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Terça-feira, 05.05.09

A JS irá organizar um Campus subordinado ao tema da Europa, a decorrer no dia 9 de Maio.

 

 

O Campus JS Europa irá decorrer entre as 10h30 e as 21h de sábado, dia 9 de Maio com os seguintes painéis:

Portugal e a Europa: 3 décadas de adesão

Políticas Europeias de Igualdade

Nós Europeus - Manifesto Europeias 2009

Europa e Crescimento Europeu: o combate à crise internacional

 

No fim, será realizado o jantar encerramento. Vê a notícia aqui e como te podes inscrever.



Jovem Socialista às 14:00 | link do post | comentar

Paulo Rangel, um profundo conhecedor dos assuntos europeus. Ou então não, limita-se a prometer o que já existe.



Luís Pereira às 01:39 |
editado por Jovem Socialista às 09:36link do post | comentar

Sexta-feira, 01.05.09

Do medo de serem os últimos da Esquerda!


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João Correia às 22:35 | link do post | comentar

O episódio que marcou esta tarde será recordado, como foi o episódio da Marinha Grande, como um marco de uma democracia ainda em construção... Compreendo o que aconteceu mas não posso compreender que, pessoas do séc. XXI, recorram à violência contra um candidato ao Parlamento Europeu para descarregar a sua fúria, ainda por cima, numa delegação do PS que foi convidada pela CGTP.

A verdade é que, alguns dos que recorreram aos murros e pontapés devem ter sido previamente "assanhados" pelos líderes do PCP. Não sendo isto uma verdade é, no entanto, a minha opinião.

Palavras ainda para o líder do PCP que diz que não comenta o que não viu... Jerónimo de Sousa é cego e só agora é que se soube! Até eu vi no café...

 


sinto-me

João Correia às 19:35 | link do post | comentar

 



Jovem Socialista às 19:18 | link do post | comentar

Quinta-feira, 30.04.09

"O PSDv tem candidato, sabemos porque o Tribunal Constitucional já o confirmou embora informando que quem concorre é o PSD mas, tirando umas aparições televisivas para informar que é contra a auto-estrada rosa, não se consegue descortinar mais nada sobre quem é e ao que vem.


Embora tenhamos ficado a saber pelo Vasco Campilho que já é possível telefonar para a Verdade, segundo ele uma simpática senhora com um sotaque agradavelmente norteinho, não consta que por lá hajam sinais de um tal Paulo Rangel.
Dão-se alvíssaras."



Luís Pereira às 14:54 | link do post | comentar

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Ensino Superior com mais vagas

Começa amanha a primeira fase de
acesso ao ensino superior público
com mais 4% de vagasque em 2009.
Vão abrir mais 2068 vagas, sobretudo
nos horarios pós-laborais.
O Governo assinou em Janeiro
um “contrato de confiança” no qual
garante mais fundos com o
compromisso de que se aumentem
as oportunidades de
licenciatura e mestrados à
população activa.
É uma aposta no ensino superior
que não deixa de ter em conta a
produtividade e crescimento do país,
gerando mão-de-obra mais qualificada.

Deputados ausentes

Em nove meses de legislatura
podem ser contabilizadas 652 faltas.
Mesmo após o aviso do presidente
da Assembleia da República, Jaime
Gama, em que diz que não se aceitam
"deputados em part-time" contnua a
existir uma media elevada
de faltas, muitas delas injustificadas.
A assiduidade é um dos factores
que mais descredibiliza os deputados,
e toda a politica representativa.
A bancada com mais faltas é
a do PSD, que é responsável por cerca
de metade das faltas desde o início
da legislatura, seguida pelo CDS.
Os motivos apresentados são
variados mas as faltas continuam
a incidir sobre feriados com
pontes, como o 10 de Junho.
A assiduidade tem, contudo,
vindo a melhorar, com mais controlo
por parte do presidente da Assembleia.



Inês Mendes, 12/07/2010
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