Quarta-feira, 17.06.09


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João Correia às 10:50 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Terça-feira, 16.06.09


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João Correia às 21:15 | link do post | comentar

Segunda-feira, 15.06.09


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João Correia às 16:10 | link do post | comentar


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João Correia às 16:05 | link do post | comentar

Quinta-feira, 28.05.09

Andava eu pela blogosfera quando me deparo com este artigo que mais uma vez prova o quanto a JS marca a agenda política nacional. Embora devamos todos respeitar o direito à opinião de cada um, penso que o este artigo deve ser devidamente esclarecido pois nele se incluem o que considero falsos argumentos.

 

Neste artigo são ignorados vários pressupostos e o que o escritor do mesmo se esquece quando diz “Já para não dizer que nunca daria a um filho meu preservativos dos centros de saúde, porque a verdade é que o barato sai caro.” é que infelizmente vivemos num país em que nem toda a população está devidamente esclarecida quanto aos métodos contraceptivos bem como as doenças sexualmente transmissíveis existentes, e que nem todos tem as possibilidades financeiras para ir a uma farmácia e comprar os preservativos XPTO. Como se costuma dizer, pior que quem não vê é quem não quer ver.

 

PS: estamos abertos a mais contributos, basta enviar para o email de contacto jovemsocialista@juventudesocialista.org

 



Luís Pereira às 00:40 | link do post | comentar

Sexta-feira, 22.05.09

A JS marcou mais uma vez a agenda política portuguesa e, de novo, várias vozes se levantaram. Com elogios ou criticas, acho que devemos conviver bem. O que deve chocar é a fuga para a frente, já comum. Se no mundo há uma crise económica, alguns "iluminados" parecem querer alargar a crise ao pensamento: não se pode falar de casamento entre pessoas do mesmo sexo, eutanásia ou educação sexual nas escolas porque só podemos falar em crise económica. Se nos preocupamos com a crise económica internacional? Obviamente que sim! Se vamos ficar estáticos e presos a esta para não fazer o nosso trabalho e defender novas políticas de igualdade, justiça e de/para jovens? Obviamente que não!

 

Que bela "mordaça" querem estes colocar no livre pensamento e iniciativa para apresentar propostas que permitam acabar com alguns problemas da sociedade. A critica até nem é nada de especial: deixaria aqui sobre a questão do preservativo uma citação do Duarte Cordeiro - “Com o número de gravidezes na adolescência que temos, não disponibilizar preservativos nas escolas, que é onde estão os jovens, é fugir ao problema”.

 

A Educação sexual é um problema actual? É, e um problema bem grave. A inadequação do modelo actual espelha-se nos estudos realizados aos comportamentos sexuais dos jovens, particularmente dos adolescentes e dos índices de desconhecimento que continuam a revelar em matéria de contracepção ou em prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. A prevenção não tem sido bem sucedida, cabe a nós mudar o actual panorama, lançar a discussão e pôr isto a andar. É assim que se faz política, de causas para os jovens em particular, para a sociedade no geral, de que a JS não deve abdicar. No futuro, poderá ser graças a estas discussões que notícias como esta não se repitam: "Portugal entre os maiores exportadores europeus de Sida". A forma como se irão distribuir os preservativos ainda está por definir, mas acredito que será da forma mais responsável. Curiosamente, numa entrevista que li há pouco tempo, os alunos até se mostram favoráveis em relação a esta medida de prevenção.

 

Em conclusão: Sendo a ideia da educação sexual nas escolas falar de sexo com jovens para que suceda o mais tarde e mais informadamente possível, o facto de o Estado português andar há 25 anos para entrar em vias de facto poderia parecer enternecedoramente simbólico não fosse irresponsável e estulto. Tão estulto e irresponsável como a resistência à disponibilização de contraceptivos nas escolas aos jovens que os solicitem quando os mesmos jovens podem há décadas recebê-los grátis nos centros de saúde - ou até, imagine-se, comprá-los. Vá, senhores - cresçam.

 



Luís Pereira às 00:45 | link do post | comentar

Sábado, 16.05.09

"Temos de fazer alguns deputados perceber que já devia ser possível distribuir preservativos nas escolas há anos. Que serão distribuidos por técnicos de saúde que informarão os estudantes antes de os distribuir. Que já são distribuídos gratuitamente em milhares de sítios sem informação prévia. Que as escolas são entidades responsáveis e capazes de gerir este programa sem dramas. Que é dificil falar de Educação Sexual sem falar em preservativos e que é incompreensível que depois não estejam disponíveis na escola. "

 

Por, Duarte Cordeiro. Junta-te à causa.



Luís Pereira às 01:55 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Sexta-feira, 15.05.09

“Com o número de gravidezes na adolescência que temos, não disponibilizar preservativos nas escolas, que é onde estão os jovens, é fugir ao problema”, invoca Duarte Cordeiro, líder da JS e um dos principais autores do diploma.



Luís Pereira às 23:03 | link do post | comentar

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Ensino Superior com mais vagas

Começa amanha a primeira fase de
acesso ao ensino superior público
com mais 4% de vagasque em 2009.
Vão abrir mais 2068 vagas, sobretudo
nos horarios pós-laborais.
O Governo assinou em Janeiro
um “contrato de confiança” no qual
garante mais fundos com o
compromisso de que se aumentem
as oportunidades de
licenciatura e mestrados à
população activa.
É uma aposta no ensino superior
que não deixa de ter em conta a
produtividade e crescimento do país,
gerando mão-de-obra mais qualificada.

Deputados ausentes

Em nove meses de legislatura
podem ser contabilizadas 652 faltas.
Mesmo após o aviso do presidente
da Assembleia da República, Jaime
Gama, em que diz que não se aceitam
"deputados em part-time" contnua a
existir uma media elevada
de faltas, muitas delas injustificadas.
A assiduidade é um dos factores
que mais descredibiliza os deputados,
e toda a politica representativa.
A bancada com mais faltas é
a do PSD, que é responsável por cerca
de metade das faltas desde o início
da legislatura, seguida pelo CDS.
Os motivos apresentados são
variados mas as faltas continuam
a incidir sobre feriados com
pontes, como o 10 de Junho.
A assiduidade tem, contudo,
vindo a melhorar, com mais controlo
por parte do presidente da Assembleia.



Inês Mendes, 12/07/2010
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