Quarta-feira, 6 de Janeiro de 2010

Para se desejar feliz ano novo, nunca é tarde demais. Podemos pensar um pouco no que nos espera. Não será, de certeza, um ano de facilidades. O auge da crise internacional já passou, mas ainda se sente de forma efectiva em vários país. Vide a desilusão de Barack Obama face à dificuldade em combater o desemprego. Curiosamente, neste sentido, assumiu como uma das suas maiores prioridades a aposta nas energias renováveis, um campo em que Portugal brilha a nível internacional face a uma estratégia bem delineada de investimento pelo anterior executivo e pelo ex-Ministro Manuel Pinho.

 

Se a crise ainda se faz sentir, este é também um ano de expectativa: vão dar resultado ou não os apoios estatais, os pacotes anti-crise. Se é um facto que, comparativamente, os estados-membros da União Europeia despenderam uma menor percentagem do seu PIB em planos de recuperação do que EUA e China, alguns falam já hoje em diminuir esse investimento e apoio dos estados. Uma decisão que se pode revelar precipitada e me parece algo insensível às dificuldades que a sociedade atravessa.

 

Em Portugal, o Governo abriu caminho à participação dos partidos na elaboração do próximo Orçamento de Estado. Porta aberta ao dialogo....não é a primeira vez, mas até agora não teve grande receptividade da parte da oposição. Chamados à responsabilidade, estes têm fugido. Não podem depois querer mudar as regras do jogo a meio, como o fizeram bem recentemente.

 

A forma de encarar tudo isto só pode ser com optimismo, se "nunca se viu um pessimista a criar um posto de trabalho", a economia também precisa de confiança, de um ambiente propício à recuperação.



Luís Pereira às 11:09 | link do post | comentar

1 comentário:
De União Bestial a 9 de Janeiro de 2010 às 02:20
http://monarquialusitana.blogspot.com/2010/01/uniao-bestial.html



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Ensino Superior com mais vagas

Começa amanha a primeira fase de
acesso ao ensino superior público
com mais 4% de vagasque em 2009.
Vão abrir mais 2068 vagas, sobretudo
nos horarios pós-laborais.
O Governo assinou em Janeiro
um “contrato de confiança” no qual
garante mais fundos com o
compromisso de que se aumentem
as oportunidades de
licenciatura e mestrados à
população activa.
É uma aposta no ensino superior
que não deixa de ter em conta a
produtividade e crescimento do país,
gerando mão-de-obra mais qualificada.

Deputados ausentes

Em nove meses de legislatura
podem ser contabilizadas 652 faltas.
Mesmo após o aviso do presidente
da Assembleia da República, Jaime
Gama, em que diz que não se aceitam
"deputados em part-time" contnua a
existir uma media elevada
de faltas, muitas delas injustificadas.
A assiduidade é um dos factores
que mais descredibiliza os deputados,
e toda a politica representativa.
A bancada com mais faltas é
a do PSD, que é responsável por cerca
de metade das faltas desde o início
da legislatura, seguida pelo CDS.
Os motivos apresentados são
variados mas as faltas continuam
a incidir sobre feriados com
pontes, como o 10 de Junho.
A assiduidade tem, contudo,
vindo a melhorar, com mais controlo
por parte do presidente da Assembleia.



Inês Mendes, 12/07/2010
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