Terça-feira, 16 de Junho de 2009

Durante todo o ano, ouvimos as mais variadas vozes a defenderem e a elogiarem os professores, com uma enorme disponibilidade para os ouvirem. Com uma excepção: a época de exames.

 

Não é difícil de encontrar na blogosfera, em artigos de opinião, várias pessoas a acusar de facilitismo estes exames por motivos eleitorais.

 

Não deixa de ser curioso ler o que dizem e pensam os professores:

 

A Associação de Professores de Português (APP) considera que o exame nacional realizado hoje por mais de 70 mil alunos do 12º ano está de acordo com os conteúdos que devem ser avaliados nesta disciplina. E que a prova privilegia "acertadamente as competências de leitura literária e, em especial, de produção escrita".

 

Será que agora também vão ouvir os professores?



Luís Pereira às 17:18 | link do post | comentar

2 comentários:
De Nuno a 16 de Junho de 2009 às 17:30

Os jovens licenciados ficaram de fora do grande concurso de professores e a JS nem tugiu nem mugiu. Será normal? Ass: ex-coordenador de um federação da JS


De Daniela Silva a 17 de Junho de 2009 às 16:17
Fiz ontem o exame de português, e achei realmente bastante acessível , não digo que o tenha achado pelo facto do exame ser fácil, mas sim, porque ao longo do ano, o meu professor, fez questão de todos os testes terem estruturas de exame. Além do mais, todo o grupo de interpretação e de funcionamento da língua era retirado de exames do ano anterior, por isso quando me deparei com o exame achei-o bastante acessível.
Mas não era um exame dado, exigia conhecimento, e acho que se baseou em algo muito importante, que foi o facto de não ser um exame de marranço , ser um exame virado para a interpretação e para a expressão escrita, que a meu ver é o mais importante, uma vez que no futuro nos será bem mais útil do que conhecer na integra todas as obras estudadas.


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Ensino Superior com mais vagas

Começa amanha a primeira fase de
acesso ao ensino superior público
com mais 4% de vagasque em 2009.
Vão abrir mais 2068 vagas, sobretudo
nos horarios pós-laborais.
O Governo assinou em Janeiro
um “contrato de confiança” no qual
garante mais fundos com o
compromisso de que se aumentem
as oportunidades de
licenciatura e mestrados à
população activa.
É uma aposta no ensino superior
que não deixa de ter em conta a
produtividade e crescimento do país,
gerando mão-de-obra mais qualificada.

Deputados ausentes

Em nove meses de legislatura
podem ser contabilizadas 652 faltas.
Mesmo após o aviso do presidente
da Assembleia da República, Jaime
Gama, em que diz que não se aceitam
"deputados em part-time" contnua a
existir uma media elevada
de faltas, muitas delas injustificadas.
A assiduidade é um dos factores
que mais descredibiliza os deputados,
e toda a politica representativa.
A bancada com mais faltas é
a do PSD, que é responsável por cerca
de metade das faltas desde o início
da legislatura, seguida pelo CDS.
Os motivos apresentados são
variados mas as faltas continuam
a incidir sobre feriados com
pontes, como o 10 de Junho.
A assiduidade tem, contudo,
vindo a melhorar, com mais controlo
por parte do presidente da Assembleia.



Inês Mendes, 12/07/2010
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