Domingo, 31 de Maio de 2009

O “pelo interesse nacional assino por baixo”, já me incomodava o suficiente. A ideia de que, no combate político, se pode distinguir entre os depositários do “interesse nacional” e os outros, supõe-se que “traidores à Pátria”, sempre me pareceu pouco democrática. Mas quando, em novo cartaz, Paulo Rangel proclama a primazia das famílias portuguesas sobre as famílias políticas já sinto mais do que incómodo. Agora, sem equívocos, estamos mesmo perante proclamação anti-democrática pura e dura, a roçar o populismo nacionalista mais perigoso. É porque há diferentes perspectivas políticas sobre o melhor modo de defender os interesses das “famílias portuguesas” que, em democracia, há diferentes famílias políticas em lugar da (única) União Nacional. Chega!



Luís Pereira às 22:11 | link do post | comentar

Desde de Durão Barroso, na altura primeiro-ministro, que se usa a expressão: o país está de "tanga". Hoje, de novo na moda pelo discurso de Manuela Ferreira Leite, isso é justificação até para não se discutir questões importantes como o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Que "país de tanga" deste pessoal que pensa que as pessoas são tão limitadas que só podem pensar ou debater sobre uma, e apenas uma, questão da actualidade.

 

Que PPM quer agradar a Manuela Ferreira Leite, ninguém dúvida (também ela uma conservadora, que se opõe a uma questão de igualdade como esta). Ao ponto de até Paulo Rangel fazer uma pausa durante um discurso de Sócrates, em resposta a uma intervenção do mesmo, para ler o ABC do PPM. Ainda por cima sobre uma questão tão pouco importante ou nada criticada pelo mesmo: a educação. Será que a razão das criticas se prende com um défice de atenção?

 

Sobre uma coisa "abaixo de cão", aconselhava ao PPM uma leitura bastante interessante, sobre um suposto receio de perder eleições: aqui.

 

É sobre esta estratégia, "abaixo de cão" e "boçal", de que se falava? Pelo menos respeitem quem pode/consegue pensar em mais do que uma coisa e não os acusem de serem meros instrumentos. Afinal de contas, não vejo Pedro Marques Lopes ou Daniel Oliveira a serem instrumentos de Sócrates. Ou são?



Luís Pereira às 21:44 | link do post | comentar

Sábado, 30 de Maio de 2009

Ao contrário de muita blogosfera, não vou fazer acusações do género: os dirigentes do PSD promovem a corrupção. É inegável que vários antigos dirigentes estiveram envolvidos directamente ou indirectamente no caso BPN. O PSD terá culpa? Não me parece que se possa culpabilizar directamente o PSD. Obviamente. Agora, como diz Vital Moreira, a imagem do "banco do PSD" está lá. Alguns esclarecimentos seriam importantes.

 

Deixaria aqui textos interessantes:

 

O que confere uma gravidade estrema ao caso BPN não é somente a dimensão da negociata, que ensombra a credibilidade interna e externa do nosso sistema financeiro, nem a extensão das perdas que vão ser registadas pelas instituições que têm crédito sobre o banco e pelos contribuintes portugueses.
Não se trata, porém, de um simples caso financeiro, dada a responsabilidade de ex-dirigentes partidários e de ex-membros do Governo do mesmo partido, o que o transforma numa questão política que mancha as instituições democráticas. Não está em causa obviamente responsabilizar o próprio PSD pelas vigarices vindas a público, mas sim de exigir que o partido condene politicamente e se demarque de uma situação que compromete o seu bom nome.
Manuela Ferreira Leite bem pode tentar desviar-se da questão, mas não vai poder fugir-lhe durante muito mais tempo. O caso do "banco do PSD" não vai morrer tão cedo.

 

por Vital Moreira

 

Associo-me já aqui à revolta de Manuela Ferreira Leite. Nem houve qualquer roubalheira no BPN, nem no caso estão envolvidas figuras gradas do PSD. Na realidade, houve apenas alguns incidentes numa instituição bancária onde, por acaso, quase todas os envolvidos tinham uma determinada orientação política. O que, bem vistas as coisas, é irrelevante, já que para lá foram pela sua indiscutível qualidade profissional e não graças às relações políticas que tinham mantido entre si.

 

por Daniel Oliveira

 

Ganhar com compra e venda de acções não é crime. O que tem de ser esclarecido é a ligação per se.

Bem sei que à participação em empresas não se segue responsabilidade na gestão. Afinal, os fundos de investimento em que investíamos incluíam imensas empresas e dificilmente nos poderiam responsabilizar por questões de gestão. Ainda assim, seria salutar que o Presidente da República prestasse algum esclarecimento. Afinal, ele não é um «gajo qualquer».

 

por Tiago Moreira Ramalho



Luís Pereira às 23:58 | link do post | comentar | ver comentários (2)

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Nasceu um movimento a exigir a mais simples e básica das coisas: igualdade perante lei. No caso, igualdade no acesso ao casamento civil. O seu lançamento público será no amanhã, 31 de Maio, às 16h, no Cinema S. Jorge (Lisboa). O Movimento Pela Igualdade tem um documento fundador, assinado por dezenas de pessoas, como o camarada Duarte Cordeiro, o Pedro Nuno Santos ou o Prof. Vital Moreira.

 

Deixaria aqui o texto de apresentação do movimento:

 

A igualdade no acesso ao casamento civil é uma questão de justiça que merece o apoio de todas as pessoas que se opõem à homofobia e à discriminação. Partindo da sociedade civil, a luta pelo acesso ao casamento para casais de pessoas do mesmo sexo em Portugal conta neste momento com um crescente apoio político e social. Nós, cidadãos e cidadãs que acreditamos na igualdade de direitos, de dignidade e reconhecimento para todas e todos nós, para as/os nossas/os familiares, amigas/os, e colegas, juntamos as nossas vozes para manifestarmos o nosso apoio à igualdade.

Exigimos esta mudança necessária, justa e urgente porque sabemos que a actual situação de desigualdade fractura a sociedade entre pessoas incluídas e pessoas excluídas, entre pessoas privilegiadas e pessoas marginalizadas; Porque sabemos que esta alteração legal é uma questão de direitos fundamentais e humanos, e de respeito pela dignidade de todas as pessoas; Porque sabemos que é no reconhecimento pleno da vida conjugal e familiar dos casais do mesmo sexo que se joga o respeito colectivo por todas as pessoas, independentemente da orientação sexual, e pelas famílias com mães e pais LGBT, que já são hoje parte da diversidade da nossa sociedade; Porque sabemos que a igualdade no acesso ao casamento civil por casais do mesmo sexo não afectará nem a liberdade religiosa nem o acesso ao casamento civil por parte de casais de sexo diferente; Porque sabemos que a igualdade nada retira a ninguém, mas antes alarga os mesmos direitos a mais pessoas, acrescentando dignidade, respeito, reconhecimento e liberdade.

Em 2009 celebra-se o 40º aniversário da revolta de Stonewall, data simbólica do início do movimento dos direitos de lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros. O movimento LGBT trouxe para as democracias - e como antes o haviam feito os movimentos das mulheres e dos/as negros/as - o imperativo da luta contra a discriminação e, especificamente, do reconhecimento da orientação sexual e da identidade de género como categorias segundo as quais ninguém pode ser privilegiado ou discriminado. Hoje esta luta é de toda a cidadania, de todos e todas nós, homens e mulheres que recusamos o preconceito e que desejamos reparar séculos de repressão, violência, sofrimento e dor. O reconhecimento da plena igualdade foi já assegurado em várias democracias, como os Países Baixos, a Bélgica, o Canadá, a Espanha, a África do Sul, a Noruega, a Suécia e em vários estados dos EUA. Entre nós, temos agora uma oportunidade para pôr fim a uma das últimas discriminações injustificadas inscritas na nossa lei. Cabe-nos garantir que Portugal se coloque na linha da frente da luta pelos direitos fundamentais e pela igualdade.

O acesso ao casamento civil por parte de casais do mesmo sexo, em condições de plena igualdade com os casais de sexo diferente, não trará apenas justiça, igualdade e dignidade às vidas de mulheres e de homens LGBT. Dignificará também a nossa democracia e cada um e cada uma de nós enquanto cidadãos e cidadãs solidários/as – e será um passo fundamental na luta contra a discriminação e em direcção à igualdade.

 



Luís Pereira às 23:47 | link do post | comentar

Com uma força brutal!

 

Podes acompanhar o diário fotográfico da Caravana JS para as eleições europeias no site oficial ou então no site exclusivamente criado para esse efeito.



Luís Pereira às 23:07 | link do post | comentar

...se chegar à conclusão que não, nem todos os jovens sabem o sarilho em que se metem se fizerem "amor sem camisinha". E nem todos serão conscientes ao ponto de se dirigirem a um Centro de Saúde, para ir buscar a solução para o problema. Se o problema é da escola ou dos pais? Pouco interessa neste momento encontrar responsáveis ou fazer acusações, importa mais saber como o solucionar. E aí, se de forma responsável se distribuir os preservativos na escola, atacar o problema de frente, se procure informar e consciencializar, com uma educação sexual efectiva, acho que teremos dado um passo importante para a educação sexual dos mais jovens!

 

E não se esqueça: se em Portugal houvesse tanto conhecimento assim do problema, certamente não seria onde o problema da SIDA mais "dores de cabeça" tem provocado em termos europeus.



Luís Pereira às 22:51 | link do post | comentar

Sexta-feira, 29 de Maio de 2009

TPC para os mayzenas.

 

 

Aviso: conteúdo impróprio.



Luís Pereira às 16:28 | link do post | comentar

Quinta-feira, 28 de Maio de 2009
Apresentado por Manuela Moura Guedes
 
(...)A deliberação divulgada hoje toma posição sobre um conjunto de queixas apresentadas contra aquele canal de televisão, em concreto contra o jornal televisivo semanal que Manuela Moura Guedes apresenta à sexta-feira.

Todas as queixas versam o tratamento dado ao Governo e, sobretudo, à figura do primeiro-ministro, José Sócrates(...)


Luís Pereira às 21:40 | link do post | comentar

Tenho também uma pergunta para Paulo Rangel, o cabeça de lista do PSD. Foi notícia ele ter suspendido o mandato em 2007 e 2008, durante meses (tendo continuado a trabalhar como jurista), mas ter voltado sempre na véspera das férias, para receber o ordenado quando o Parlamento estava parado. Evidentemente, isto é legal. Como o Jaguar, Sintra e Porto. Como era legal aquele deputado inglês fazer-se reembolsar pelo combate às doninhas no seu quintal... Mas legal não é suficiente. A pergunta que tenho para Rangel: "É correcto?"

 

...diria que não, não é correcto!

 

Problemas de quem tem telhados de vidro...

 

 



Luís Pereira às 21:38 | link do post | comentar

 



Luís Pereira às 01:01 | link do post | comentar

Andava eu pela blogosfera quando me deparo com este artigo que mais uma vez prova o quanto a JS marca a agenda política nacional. Embora devamos todos respeitar o direito à opinião de cada um, penso que o este artigo deve ser devidamente esclarecido pois nele se incluem o que considero falsos argumentos.

 

Neste artigo são ignorados vários pressupostos e o que o escritor do mesmo se esquece quando diz “Já para não dizer que nunca daria a um filho meu preservativos dos centros de saúde, porque a verdade é que o barato sai caro.” é que infelizmente vivemos num país em que nem toda a população está devidamente esclarecida quanto aos métodos contraceptivos bem como as doenças sexualmente transmissíveis existentes, e que nem todos tem as possibilidades financeiras para ir a uma farmácia e comprar os preservativos XPTO. Como se costuma dizer, pior que quem não vê é quem não quer ver.

 

PS: estamos abertos a mais contributos, basta enviar para o email de contacto jovemsocialista@juventudesocialista.org

 



Luís Pereira às 00:40 | link do post | comentar

“…Garantir a correcção dos desequilíbrios sociais e económicos, melhorando os níveis de vida muito baixo…”. Era este o texto que se podia ler há 35 anos aquando da publicação do Decreto-Lei que instituiu o Salário Mínimo Nacional (SMN) o qual tinha o valor de 3.300$00.
Se o SMN tivesse acompanhado a inflação ao longo dos últimos 35 anos, o valor desta retribuição deveria ser hoje de €584. Actualmente, este é de €450 e é o segundo SMN mais baixo da Zona Euro.
 

Este facto demonstra bem a necessidade de se prosseguir com o compromisso da evolução e crescimento, acima da taxa de inflação, que o Governo assumiu neste mandato. É um imperativo corrigir esta perda de poder de compra e assegurar a tal “correcção dos desequilíbrios” já prevista há 35 anos.

 

Retirado do Maiactual, um blog de camaradas de Maia



Luís Pereira às 00:31 | link do post | comentar

Hoje vou debruçar-me mais sobre as alternativas que (aparentemente) existem à direita do nosso partido.

Para o maior partido da oposição (que não significa que tenha o LÍDER da oposição), a questão europeia cinge-se a problemas nacionais e nada mais.

Aliás, é intenção desse partido apresentar logo uma proposta para que todas as famílias portuguesas recebam à cabeça 5 milhões de euros no sentido de usar os fundos europeus para pagar a crise. É que ter slogans vagos, isentos de propostas apenas vem comprovar a política irresponsável de desinformação que tem vindo a transmitir.

Será que algum partido, no seu perfeito juízo não vai para Estrasburgo defender o interesse nacional? E como podemos consubstanciar esse interesse nacional? O que é afinal? Defender Portugal? Sim…mas como? Com que propostas? Com que objectivos? Com que ideias? Só dizer que se vai defender o interesse nacional é como um presidente de um clube de futebol dizer, no início da época, que querem ser a melhor equipa, mas esquecer-se de referir que isso para por ganhar o campeonato ou a Taça. É evasivo, incompatível com os ideais generosos europeus e acima de tudo pleno de irresponsabilidade.

Não contente com isso, ainda somos confrontados com mais um cartaz para a história: As famílias Portuguesas acima das famílias políticas.

Só quem não quer que se saiba como funciona o parlamento europeu, pode pensar que este cartaz, para além de apelar a um nacionalismo xenófobo, comprova uma ideia que só a defesa das famílias portuguesas interessa aos futuros deputados do PSD. Então e se os deputados alemães e franceses decidirem o mesmo? Se os Polacos e Irlandeses se recusarem a construir uma nova ideia de Europa, o que vai acontecer? O que está VERDADEIRAMENTE em causa é a eleição dos representantes portugueses para um órgão que vai, cada vez mais, ser importante nas suas vidas e como é que as nossas empresas e as nossas famílias possam lucrar com a persecução de ideais de paz, democracia e progresso sustentável no nosso continente. Como tornarmos esta uma Europa mais justa, mais solidária, mais competitiva. E isso não se faz com o neo-nacionalismo, a não ser que se procure seguir as ideias do Sr. Jean-Marie LePen.

Não há dúvidas, nestas eleições o PSD perdeu a máscara! (...)
 

Já para o CDS-PP tudo é mais claro: não existe União Europeia! Não há qualquer construção, não há problemas europeus nem sequer soluções europeias. Só existem questões nacionais e a obrigatoriedade de questionar e penalizar o governo e o Partido Socialista por aquilo que tem feito no nosso país.
Sobre temas europeus o PP faz o pleno: zero conclusões, zero propostas, zero objectivos... zero candidatos a deputados que tenham feito parte do último parlamento. Aliás, esta questão não deixa de ser curiosa pois se os deputados trabalham tanto como tentam publicitar, porque é que nenhum deles é de novo candidato? Este tipo de questões não me sai da cabeça.....com que credibilidade solicitam um voto depois de terem indirectamente admitido que nestes 5 anos o trabalho não foi o melhor?

E já agora, por quanto tempo ficará Nuno Melo e seus pares no Parlamento Europeu, deixando o PP sem um dos seus poucos militantes verdadeiramente activos?

Vida difícil tem este partido, depois de temos tido a confirmação que o PSD encostou à direita.

Um voto em qualquer um destes partidos é a continuação de políticas liberais que levaram à crise internacional, onde hoje procuramos fazer o melhor para sobreviver..

É preciso novas políticas, novas propostas, novas discussões para que a União Europeia volte a ser o farol de todos os que nela coabitam e a esperança daqueles que a avistam.

 

Retirado do blog da JS/FAUL

 



Luís Pereira às 00:19 | link do post | comentar

Quarta-feira, 27 de Maio de 2009

«Há uma regra que não é da política mas é da vida. Quem não tem jeito para pintar não pinta, quem não tem jeito para marcar golos não joga, quem não tem jeito para liderar um partido não lidera. E quem não tem jeito para liderar um partido não tem jeito para liderar o país»,

 

Pedro Silva Pereira

 



Luís Pereira às 22:55 | link do post | comentar

 

Aqui um vídeo sobre o futuro representante de Portugal na Europa..

 



Luís Pereira às 22:06 | link do post | comentar

rangel-aviao1

 

Imagem roubada ao Arrastão, a quem dou os parabéns pelos três anos de opinião na blogosfera.



Luís Pereira às 01:48 | link do post | comentar | ver comentários (1)



Luís Pereira às 01:43 | link do post | comentar

 

 

Foi o PS que propôs e aprovou o actual regimento de presenças em debates do Primeiro-Ministro. Nunca um Primeiro-Ministro, como José Sócrates, apareceu tanto no Parlamento. Cavaco, Durão Barroso ou Santana Lopes, não o fizeram certamente.

 

Até agora José Sócrates apareceu sempre com resultados bastantes positivos, ganhando os debates, contra os vários líderes de bancada do PSD, e comprovando que pouco ou nada tem a oposição a dizer ao país.

 

De facto, é compreensível a importância do Primeiro-Ministro, sentida por todos. A agenda apertada dificulta a sua comparência na A.R. durante uns tempos. O próximo debate já ficou acordado em conferência de líderes, agora não contava é que sentissem tanta falta do Sr.. Primeiro Ministro, logo agora. A não ser que queiram admitir que é de facto um prazer ouvi-lo, uma obrigação de aprender com o que ele diz, um exemplo a seguir com as suas políticas. Ou isso, ou porque querem desviar as atenções das eleições europeias mais uma vez para fait-divers, não dando a importância que tem a estas eleições.

 

Duas hipóteses, mas não se preocupem. Ele volta.



Luís Pereira às 01:18 | link do post | comentar

Terça-feira, 26 de Maio de 2009

E gostaríamos de perguntar o seguinte: se Miguel Portas e Ilda Figueiredo deviam estar coligados, isto não se aplicaria a Paulo Rangel tornando-se o novo melhor amigo de Nuno Melo devendo fazer campanha juntos? Isto esquecendo que a campanha tem sido em tudo semelhante: ataque ao governo, Europa em segundo lugar.

 

 

Afinal de contas, também pertencem à mesma família política.

 

A mesma que há bem pouco tempo, como já aqui disse, criminalizou a imigração, que não aprovou um directiva que conferia mais direitos de maternidade ou paternidade ou que queria aprovar uma directiva que limitava o acesso à internet.

 



Luís Pereira às 23:54 | link do post | comentar

Dias Loureiro terá dito a Oliveira Costa para ter cuidado e que não era "para brincadeiras": "Veja lá como me trata, olhe que eu quando me hostilizam não sou para brincadeiras",

 

Oliveira e Costa na audição no Parlamento..

 

Banda sonóra: aqui.



Luís Pereira às 21:19 | link do post | comentar

Rangel acusa o governo socialista de ter aprofundado excessivamente essas relações, associando-as à gravidade da crise por que Portugal passa. Tais declarações têm duas deficiências. A primeira, menos grave, é dizer que o aprofundamento das relações se deveu ao governo. A segunda, mais grave, é dizer que isso é um problema. Tudo isto é tanto mais surpreendente quando as mesmas declarações foram feitas numa campanha eleitoral europeia.

 

Se Portugal quer ser mais europeu tem de se integrar mais com Espanha. Em integração não há pontes (excepto em ilhas, quando as há) e os países mais próximos são precisamente aqueles que têm as economias mais próximas, mais integradas, por assim dizer. (...) Há gente no PSD que percebe de economia, claro, mas ou está a ganhar dinheiro algures ou perdeu a paciência com o partido.



Luís Pereira às 20:44 | link do post | comentar



Luís Pereira às 20:33 | link do post | comentar

O candidato ao Parlamento Europeu da JSD, Joaquim Biancard, disse sobre a questão da imigração:

 

“A questão da imigração não pode ser tratada como um “caso de polícia”. Tem de assentar em políticas sérias de inserção e integração que tenham a juventude como vector fundamental.”

 

Curioso, não fosse ele candidato ao Parlamento Europeu e membro de uma família politica da qual consta o primeiro ministro italiano que criminalizou a imigração há bem pouco tempo.

 

 



Luís Pereira às 17:42 | link do post | comentar

Afinal não passou tão despercebida a visita dos dois lideres socialistas de Espanha e Portugal.



Luís Pereira às 16:17 | link do post | comentar

Miguel Portas promete dar a voz a quem lhe der o voto. Pensei que a obrigação de qualquer eleito fosse defender o interesse global e não apenas de quem vota nele.

 

Nota: Esta notícia fala da ida do BE a uma fábrica no concelho de Tomar. Que solução o BE apresentou? Nenhuma! É apenas o aproveitamento político de uma situação



Hugo Costa às 00:05 | link do post | comentar

Segunda-feira, 25 de Maio de 2009

 

A crise é de todos. Não só de Portugal, que acaba por ser dos menos afectados.



Luís Pereira às 23:35 | link do post | comentar

Nos últimos quatro anos, o Estado português já entregou ao Citigroup €3741 milhões em novas dívidas para substituir créditos que se revelaram inexistentes incluídos na carteira cedida por Ferreira Leite em 2003. São €935 milhões por ano, em média, que deixaram de entrar nos cofres do Estado para serem enviados ao banco americano.

Ao todo, foi já substituído mais de um terço do valor da carteira. Esta situação faz parte do acordo assinado entre o Governo, na altura liderado por Durão Barroso e com Ferreira Leite nas Finanças, e o Citigroup. O Estado português cedeu uma carteira de créditos ao Fisco e à Segurança Social no valor de €11.441 milhões em troca de uma verba de €1765 milhões que ajudou a reduzir o défice orçamental abaixo dos 3% em 2003.

As dívidas que integraram o acordo terminavam em Setembro de 2003 só que estava previsto que, caso se revelassem inexistentes (por decisão de um tribunal, por exemplo) teriam que ser substituídas.

O contrato, bastante polémico na altura por comprometer receita futura em troca de um encaixe presente, previa ainda que a partir de Junho de 2007 não pudesse haver substituições de créditos e que o Estado português tivesse que os recomprar ao Citigroup.



Luís Pereira às 23:26 | link do post | comentar



Luís Pereira às 19:23 | link do post | comentar

Convido a ler o novo Jovem Socialista que conta com uma excelente entrevista ao candidato ao Parlamento Europeu da Juventude Socialista, Pedro Alves.

 

 

 



Luís Pereira às 17:54 | link do post | comentar

Até dou de barato que de manhã uma pessoa ainda não se encontra na posse de todas as suas capacidades, casos há em que até se acorda mal-disposto. Não vou comentar a opinião em relação ao slogan, que na minha opinião até é bem conseguido, uma vez que gostos são gostos e cada um tem o seu. A verdade é essa, a Europa para nós é Vital: vital por tudo aquilo que significa para Portugal, Vital porque para nós Vital Moreira representa a política que queremos para a Europa e Vital pela Vitalidade que queremos dar a esta campanha defendo os interesses da juventude.

 

A política credibiliza-se com opinião séria. Não com opiniões que demonstram desconhecimento e que influenciam negativamente com base em pressupostos errados. A critica à proposta do PSD, mais precisamente de Paulo Rangel, não foi a um maior apoio ao Erasmus: foi uma critica à apresentação de uma proposta que se considera ser a repetição de uma medida que já existe, e que nem está muito relacionada com o Erasmus propriamente dito. Como já aqui foi dito muitas vezes, o apoio ao Erasmus, nomeadamente com a proposta de Erasmus para tod@s, é uma proposta da JS, há longos meses, em conjunto com a JSE e que pretende eliminar uma desigualdade social sentida no ensino superior, uma vez que nem todos têm possibilidades de acesso ao Erasmus e este até acaba por ser um factor discriminatório no acesso posterior ao emprego, sendo muito mais valorizado quem fez erasmus do que os que não fizeram. Assim, a proposta da JS em nada se confunde com a proposta que o PSD pretendeu fazer passar por sua, que muito interessava a alguns fazer colagem para desviar atenções desta copia ou esquecimento selectivo, normal de quem não se lembra em que partidos militou.

 

Quanto ao TGV, esta é uma proposta que a JS defende activamente sem qualquer lugar para dúvidas. É um direito da juventude, porque seremos nós quem mais tirará proveito do projecto de alta velocidade. Para além da mobilidade ou do factor ambiente, o TGV promoverá emprego qualificado. Sobre esta questão, até já aqui tivemos um contríbuto de Pedro Silva Pereira que importa recordar.

 

Convido-os a ler o manifesto eleitoral da JS. Assim, para além de se informarem e poderem opinar com maior fundamento, podem tirar alguma dúvida que persista. A mim também me dá vontade de rir com alguns textos de opinião que leio, mas devido à seriedade das questões, prefiro antes seguir em frente e é com prazer que vejo que mais uma vez a JS é a juventude partidária que mais se nota, que faz propostas e que defende os interesses dos jovens enquanto outros preferem continuar o caminho do "bota-abaixismo".

 



Luís Pereira às 17:05 | link do post | comentar

“Ninguém poder ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas e ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual”

Artigo 13º nº1 – CRP

Este foi o mote do debate realizado pelo Núcleo de Estudantes Socialistas do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (NES ISCSP) e pela JS Olivais nesta Segunda-feira, contando com a presença do camarada Pedro Alves, Secretário Nacional da JS, e António Serzedelo, Presidente da Opus Gay, organização cívica de carácter social criada em 1998 para promover a solidariedade entre todos os membros da comunidade GLBT (gay, lésbica, bissexual e transexuais) portuguesa, ultrapassando fronteiras políticas, geográficas, sociais ou etárias.

De parabéns está não só o NES ISCSP e a JS Olivais, por mais uma excelente iniciativa de sucesso, mas também os presentes na iniciativa, por terem criado um espaço de debate de ordem jurídica e social, encabeçado por Pedro Alves, e de ordem histórica e religiosa, esta feita por António Serzedelo. Em termos sociais, Portugal tem vindo a atravessar sucessivas reformas em prol da igualdade de direitos, nomeadamente desde o direito ao divórcio unilateral, ao voto universal para homens e mulheres, entre tantas outras. Porque não ultrapassamos mais uma barreira criada pelas mentalidades do passado? Vários culpam a Igreja de manipular as mentalidades e opiniões: a Igreja tem o direito de opinião mas não tem o direito de decisão, cabendo essa ao poder político e à vontade dos cidadãos.

Dos vários debates criados sobre esta temática, existem presentes as já habituais resistências: da comunidade mais idosa afirma “que no meu tempo não havia cá disto!”. Porém nesse tempo, a violência doméstica era tolerada, hoje é crime. Da comunidade mais conservadora e retrógrada já conhecemos a resposta: “o objectivo da família é procriar”. Já dizia um grande lusitano, Luís Vaz de Camões:
 

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.


É tempo de mudar as vontades, é tempo de igualar os direitos sociais, é tempo de reconhecer o direito à felicidade a todos os nossos cidadãos de plenos direitos cívicos, é tempo de novas qualidades, em prol de um Portugal mais justo e avançado.
 



João Roque às 15:45 | link do post | comentar

Domingo, 24 de Maio de 2009

Dia 25 de Maio, amanhã, no Auditório do piso 0 pelas 11h, o NES/ISCSP irá realizar mais uma Conferência, desta feita subordinada ao tema "Casamento civil entre pessoas do mesmo sexo".

 



Luís Pereira às 22:34 | link do post | comentar

Sábado, 23 de Maio de 2009



Luís Pereira às 03:26 | link do post | comentar | ver comentários (2)

A Comissão Europeia negou hoje, em Bruxelas, ter chegado a conclusões sobre uma queixa recebida a propósito de eventuais irregularidades na aquisição dos computadores Magalhães.

 

ou

 

"Na sequência da imprensa do passado fim-de-semana tem sido reiteradamente afirmado por vários comentadores e em vários registos que eu reconheci ter invocado indevidamente os nomes do primeiro-ministro e do ministro da Justiça. É falso. Nao invoquei coisa nenhuma, nem reconheci coisa nenhuma"

 

De facto, em Portugal, continua a assistir-se cada vez mais a um novo fenómeno: a veia criativa e imaginativa do jornalismo. Que interesses suspeitos se andam a levantar...

 

«Repito o que já uma vez disse: se as pessoas soubessem como são feitas as “notícias” em Portugal, deixavam de ler os jornais a não ser como pura ficção.» por Pacheco Pereira.

 



Luís Pereira às 03:17 | link do post | comentar

Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

"Desde sempre apoiei esta medida, até pelo facto de estar em contacto directo com jovens e escolas, visto trabalhar num centro de saúde.
É obvio que para este programa ser viável há que ter preparação por parte das escolas e penso que o que parte da oposição não percebeu é que não iremos só fazer um desfile com preservativos pelas escolas. Antes pelo contrario, este tipo de iniciativa exige responsabilidade, informação e formação, daí que irá ser feita como complemento das aulas de educação sexual.
Embora algumas pessoas sejam contra estas aulas, sejamos realistas, com ou sem aulas, os jovens irão iniciar a sua vida sexual e na minha opinião mais vale que a façam informados e protegidos."



Luís Pereira às 14:13 | link do post | comentar

No “debate” desta noite na TVI24, Vital Moreira recordou a Paulo Rangel que a Dr.ª Manuela, se a deixassem, privatizaria todos os “serviços públicos” (designadamente a educação, a saúde e a segurança social), salvo os que decorram das “funções de soberania”.

No tom estridente a que nos habituou, Rangel reagiu dizendo que as palavras da Dr.ª Manuela tinham sido “descontextualizadas”. Para que não subsistam dúvidas, recorde-se que se tratou de uma resposta a um inquérito do Público (23 de Maio de 2008), durante as últimas directas do PSD, tendo sido perguntado à Dr.ª Manuela quais os serviços públicos que poderiam ser entregues à gestão e exploração privada se a presidente do PSD dirigisse o país. A sua resposta não deixa margem para dúvidas:
 

    Em princípio todos, à excepção das verdadeiras funções de defesa de soberania — a Defesa, a Segurança, a Justiça e os Negócios Estrangeiros. Esses penso que não podem ser entregues a nenhuma gestão e exploração privada. Todos os outros evidentemente podem.


Luís Pereira às 01:43 | link do post | comentar

A JS marcou mais uma vez a agenda política portuguesa e, de novo, várias vozes se levantaram. Com elogios ou criticas, acho que devemos conviver bem. O que deve chocar é a fuga para a frente, já comum. Se no mundo há uma crise económica, alguns "iluminados" parecem querer alargar a crise ao pensamento: não se pode falar de casamento entre pessoas do mesmo sexo, eutanásia ou educação sexual nas escolas porque só podemos falar em crise económica. Se nos preocupamos com a crise económica internacional? Obviamente que sim! Se vamos ficar estáticos e presos a esta para não fazer o nosso trabalho e defender novas políticas de igualdade, justiça e de/para jovens? Obviamente que não!

 

Que bela "mordaça" querem estes colocar no livre pensamento e iniciativa para apresentar propostas que permitam acabar com alguns problemas da sociedade. A critica até nem é nada de especial: deixaria aqui sobre a questão do preservativo uma citação do Duarte Cordeiro - “Com o número de gravidezes na adolescência que temos, não disponibilizar preservativos nas escolas, que é onde estão os jovens, é fugir ao problema”.

 

A Educação sexual é um problema actual? É, e um problema bem grave. A inadequação do modelo actual espelha-se nos estudos realizados aos comportamentos sexuais dos jovens, particularmente dos adolescentes e dos índices de desconhecimento que continuam a revelar em matéria de contracepção ou em prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. A prevenção não tem sido bem sucedida, cabe a nós mudar o actual panorama, lançar a discussão e pôr isto a andar. É assim que se faz política, de causas para os jovens em particular, para a sociedade no geral, de que a JS não deve abdicar. No futuro, poderá ser graças a estas discussões que notícias como esta não se repitam: "Portugal entre os maiores exportadores europeus de Sida". A forma como se irão distribuir os preservativos ainda está por definir, mas acredito que será da forma mais responsável. Curiosamente, numa entrevista que li há pouco tempo, os alunos até se mostram favoráveis em relação a esta medida de prevenção.

 

Em conclusão: Sendo a ideia da educação sexual nas escolas falar de sexo com jovens para que suceda o mais tarde e mais informadamente possível, o facto de o Estado português andar há 25 anos para entrar em vias de facto poderia parecer enternecedoramente simbólico não fosse irresponsável e estulto. Tão estulto e irresponsável como a resistência à disponibilização de contraceptivos nas escolas aos jovens que os solicitem quando os mesmos jovens podem há décadas recebê-los grátis nos centros de saúde - ou até, imagine-se, comprá-los. Vá, senhores - cresçam.

 



Luís Pereira às 00:45 | link do post | comentar

Quinta-feira, 21 de Maio de 2009

 

Mudança para a Europa

 

A crise económica que o mundo atravessa leva-nos a exigir mais da União Europeia. É preciso assegurar uma nova maioria no Parlamento Europeu que esteja claramente comprometida com o modelo social europeu assente no crescimento económico, na criação de emprego, na capacidade de intervenção e regulação da economia, na redução das desigualdades sociais, em serviços públicos de qualidade, no combate a todas as formas de discriminação, na promoção de um desenvolvimento sustentável e no aprofundamento da democracia europeia.

 

Queremos assegurar a mudança para a Europa através de uma vitória eleitoral e de uma maioria clara dos socialistas europeus.

 

A JS assume com convicção a sua identidade europeia e reafirma o seu desejo de contribuir para aproximar à União e às suas instituições a geração de Portugueses que cresceu com a Europa. Mais do que uma realidade circunscrita a uma lógica de mercados abertos, a nossa Europa é um projecto político, pautado por preocupações sociais. Mais do que um espaço de coordenação entre Estados, a nossa Europa é um projecto político federal.

 

Mais apoio ao primeiro emprego

 

Relançar o crescimento e criar empregos implica apostar na revitalização da Estratégia de Lisboa, investindo na investigação e qualificação, acompanhada de políticas activas de criação de emprego.

 

Erasmus para tod@s">tod@s

 

O Programa Erasmus representa hoje uma das principais marcas da construção da identidade europeia. Representa uma oportunidade no reforço de competências dos jovens do ponto de vista cultural, educacional e social. A possibilidade de frequência do Programa Erasmus não pode continuar a ser um privilégio das classes mais favorecidas, devendo passar a ser um direito de todos os jovens da União Europeia. Assim, a JS assume o objectivo de assegurar que todos os jovens possam ter o direito de viajar, viver, trabalhar ou estudar por uma período de 6 meses num Estado membro da União Europeia distinto do da sua residência, alargando o acesso a todos os programas de mobilidade da UE.

 

Europa a alta velocidade

 

A aposta na alta velocidade ferroviária representa a melhor oportunidade de dinamizar a mobilidade europeia, de pessoas e mercadorias, de forma rápida e através de um meio de transporte amigo do ambiente. A estas vantagens somam-se a capacidade de incentivar o nosso crescimento económico, favorecendo a criação de emprego qualificado a médio e longo prazo.

 

No contexto das eleições de 7 de Junho, a JS pretende ainda assegurar que a nova maioria no Parlamento Europeu seja capaz de assegurar a implementação a nível europeu de estratégias susceptíveis de:

 

Assegurar a justiça laboral - apostar no combate às desigualdades salariais existentes entre homens e mulheres e dinamizar estratégias europeias para a redução desse fosso salarial.

 

Reforçar a convergência - apostar na criação de uma protecção social europeia ao nível da segurança social e no apoio à emancipação dos jovens, particularmente através de apoio à conciliação da vida familiar e profissional.

 

Promover a igualdade - assegurar que todos os Estados-membros reconheçam automaticamente as uniões civis e os casamentos entre pessoas do mesmo sexo celebrados em outros Estados-membros.

 

Valorizar as relações internacionais - Desenvolver uma política externa e de defesa comum europeia, empenhada no multilateralismo e na resolução pacífica de conflitos e dedicada à cooperação para o desenvolvimento.

 

Prosseguir o alargamento - Assegurar que todos os Estados candidatos, como a Turquia ou os países dos Balcãs Ocidentais, que reúnam todos os requisitos para a integração política e económica, possam aderir à União.

 

Descobre mais sobre as propostas da JS em

www.juventudesocialista.org

 



Luís Pereira às 19:39 | link do post | comentar

Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

Para quem frequenta o Ensino Superior uma das suas principais e naturais preocupações é o emprego. A possibilidade de não obter um retorno directo e imediato do investimento de quatro ou cinco anos numa formação superior é angustiante e, nalguns casos, insuportável do ponto de vista económico. No entanto, a obtenção de uma licenciatura continua a ser uma arma eficaz contra o desemprego, em especial o desemprego de longa duração, o que significa que um licenciado para além de ter mais probabilidade de obter um emprego fica no desemprego muito menos tempo que um não-licenciado.

 

É portanto erróneo o entendimento muito em voga segundo o qual Portugal tem licenciados a mais. Não tem nem terá tão depressa. Portugal é, aliás, o segundo país da União Europeia com menor taxa de trabalhadores entre os 25 e os 34 anos com formação superior. O que me parece é ser absolutamente necessária uma melhor reafectação dos recursos humanos: não é lógico continuarem por exemplo a existir tantas licenciaturas em Ciências Sociais em Universidades com comprovada baixíssima taxa de empregabilidade quando são flagrantes as necessidades em áreas e sectores profissionais como a Saúde ou as novas tecnologias.

 

Para esta reafectação ter lugar é na minha perspectiva necessário acontecerem três coisas: a primeira – incentivos integrados desde cedo a competências mais científicas – estímulos em áreas de exploração e desenvolvimento científico; a segunda – fiscalização e consequências do incumprimento da actual obrigatoriedade de publicitação dos níveis de empregabilidade dos cursos e instituições de Ensino Superior; a terceira – a adaptação à realidade nacional das médias de ingresso e dos rácios de alunos das diversas Universidades.

 

Até se percorrer esse (longo) caminho urge achar os meios para atenuar as dificuldades daqueles que buscam hoje o primeiro emprego depois de bastantes anos de formação. Os estágios profissionais promovidos pelo Inov-Jovem ou o Programa Emprego 2009 são disto um excelente exemplo. De impaciência pela igualdade de oportunidades, justiça e solidariedade social. Enfim... coisas de esquerda.



Pedro Silveira às 19:34 | link do post | comentar

Domingo, 17 de Maio de 2009

Exigia-se mais elevação política a uma juventude partidária como a JSD ou a um candidato ao parlamento europeu pelas listas do PSD, mas tal não é possível.

 

Que a JSD anda, tal e qual o PSD, perdida, já todos sabíamos. Agora, depois do baixo nível dos cartazes que andou a espalhar, só faltava acusar de falta de seriedade e de chamar de mentirosos a dirigentes de outra juventude partidária, já para não referir outros insultos que, por exemplo, podem ler aqui, nos comentários.
 
Não vou cair no insulto grátis e de baixo nível, até porque isso só demonstra falta de inteligência. É que estas acusações, para além de serem ridículas e um atentado à honestidade intelectual, só podem causar gargalhadas a qualquer um. Dizer que lhes copiamos uma proposta, que teve origem na JS, para a qual tem contribuído à largos meses, nomeadamente no contributo para um abaixo-assinado europeu, para além de a ter apresentado ao PS, que a adoptou no seu manifesto eleitoral, é hilariante! Ao nível de um sketch dos Gato Fedorento. A proposta do Erasmus para tod@s é da JS, é do PS e temos todo o gosto que a JSD se junte à nossa luta! Até lhes apresento um texto que circulou na JS, promovendo este abaixo-assinado, para o qual também podem contribuir, isto se estiverem disponíveis a fazerem política de seriedade.
 
"A 14 de Fevereiro de 2009, os jovens progressistas europeus, membros das organizações de juventude dos partidos integrados no Partido Socialista Europeu, lançam uma campanha a nível europeu para promover a seguinte petição para assegurar o direito de acesso a um Erasmus Universal: “Solicitamos à União Europeia que todos os jovens entre os 16 e os 29 anos possam ter o direito e oportunidade de viajar, viver, trabalhar ou estudar por um período de 6 meses num Estado membro da União Europeia distinto do da sua residência”.
 
A possibilidade de todos terem condições para acederem ao erasmus é obviamente uma preocupação da JS, mais do que não seja, porque é um contributo para o combate a mais uma desigualdade. A promoção do emprego, obviamente que é uma preocupação da JS, não fossemos nós socialistas! As linhas de alta velocidade é um direito dos jovens, não o contrário, é uma investimento estruturante para Portugal que urge avançar para a frente.
 
Quem parece copiar algo aqui, é a JSD. Copia o marasmo que é o PSD, copia a falta de rumo, a falta de causas e propostas para a Europa! Acabaria deixando-lhes uma pergunta ou um desafio: sendo uma organização de juventude, que pouco pode fazer na questão europeia, por incapacidade ou falta de vontade, não podiam fazer algo útil, neste caso a pressionar o próprio PSD, que curiosamente aprovou a lei em sede de Assembleia da República, e viabilizar o Conselho Municipal de Juventude em Lisboa que tem agora bloqueado sem razão aparente? Aí sim, teriam finalmente alguma utilidade, mas nem nisso acredito, porque pelo último debate que vi, ainda têm a coragem de defender uma posição que não é defensável.

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Luís Pereira às 22:43 | link do post | comentar

A JSD acusou a Juventude Socialista de plágio e falta de seriedade na política referindo que a JS tinha plagiado a JSD ao apelar ao Erasmus para todos.

Facilmente se comprova que a JSD faltou à verdade e que teve o comportamento de pouca seriedade que acusa os outros.

A proposta de “Erasmus para tod@s” surge publicamente da ECOSY, Organização Europeia das Juventudes Socialistas, em 14 de Fevereiro de 2009. Nesta data todas as organizações membros da ECOSY, incluindo a JS, participam no lançamento da petição “Universal Erasmus”, www.universalerasmus.eu, que tem como objectivo reforçar os apoios financeiros a todos os programas de mobilidade, em especial ao Erasmus, para que todos os jovens independentemente das suas condições sociais de origens possam participar e beneficiar desses programas.

Pelo que percebemos a proposta da JSD trata-se de reformular um programa existente que se chama Leornardo Da Vinci, utilizando um nome de um programa já existente, ao nível nacional da AICEP, chamado “Vasco da Gama”.

Não só as preocupações da JS e da JSD são manifestamente diferentes como facilmente se comprova a origem da proposta da JS, a sua data e a sua finalidade.

Deve ser esta a Política de Verdade do PSD e da JSD.

 

Duarte Cordeiro

Secretário-Geral da JS


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Jovem Socialista às 22:17 | link do post | comentar

A JSD anda de sem saber o que fazer... Em vez de tentar com que o seu partido seja uma oposição convincente, põe-se a mandar "bitaites"... Depois do Pinócrates, agora podem fazer uma Leitócrates para se entreterem!


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João Correia às 21:10 | link do post | comentar

Sábado, 16 de Maio de 2009

"Temos de fazer alguns deputados perceber que já devia ser possível distribuir preservativos nas escolas há anos. Que serão distribuidos por técnicos de saúde que informarão os estudantes antes de os distribuir. Que já são distribuídos gratuitamente em milhares de sítios sem informação prévia. Que as escolas são entidades responsáveis e capazes de gerir este programa sem dramas. Que é dificil falar de Educação Sexual sem falar em preservativos e que é incompreensível que depois não estejam disponíveis na escola. "

 

Por, Duarte Cordeiro. Junta-te à causa.



Luís Pereira às 01:55 | link do post | comentar | ver comentários (2)

“Quanto aos números divulgados hoje, tenho-os ali, mas na algibeira do meu casaco.”

 

Aníbal Cavaco Silva, a colocar o interesse público e a política na algibeira.

 

Talvez fosse do interesse nacional dizer que, por exemplo, Portugal está ainda assim nos melhores resultados da zona europeia e que esta é a maior recessão económica europeia desde a II Guerra Mundial, isto durante uma visita que deu para tudo, até para ser recreativa, permitindo dar a conhecer à mulher um dos seus locais de sonho ou ouvir Katia Guerreiro a cantar fado, não se sabendo se este seria também um sonho.

 

É caso para dizer, é pior a emenda que o soneto.



Luís Pereira às 00:23 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Manuela Ferreira Leite e José Manuel Fernandes, do Público, juntos na RTP, o 'tal' canal do estado. Até acaba com uma jornalista, da RR, a fazer uma crítica a José Sócrates.

 

Estranha opressão e falta de democracia esta do PS ou do Governo, que dá tantas oportunidades para se expressar à oposição.



Luís Pereira às 00:17 | link do post | comentar | ver comentários (1)

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Ensino Superior com mais vagas

Começa amanha a primeira fase de
acesso ao ensino superior público
com mais 4% de vagasque em 2009.
Vão abrir mais 2068 vagas, sobretudo
nos horarios pós-laborais.
O Governo assinou em Janeiro
um “contrato de confiança” no qual
garante mais fundos com o
compromisso de que se aumentem
as oportunidades de
licenciatura e mestrados à
população activa.
É uma aposta no ensino superior
que não deixa de ter em conta a
produtividade e crescimento do país,
gerando mão-de-obra mais qualificada.

Deputados ausentes

Em nove meses de legislatura
podem ser contabilizadas 652 faltas.
Mesmo após o aviso do presidente
da Assembleia da República, Jaime
Gama, em que diz que não se aceitam
"deputados em part-time" contnua a
existir uma media elevada
de faltas, muitas delas injustificadas.
A assiduidade é um dos factores
que mais descredibiliza os deputados,
e toda a politica representativa.
A bancada com mais faltas é
a do PSD, que é responsável por cerca
de metade das faltas desde o início
da legislatura, seguida pelo CDS.
Os motivos apresentados são
variados mas as faltas continuam
a incidir sobre feriados com
pontes, como o 10 de Junho.
A assiduidade tem, contudo,
vindo a melhorar, com mais controlo
por parte do presidente da Assembleia.



Inês Mendes, 12/07/2010
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